Por uma Internet Irrevogável
Portugal pode garantir que não terá um sistema de corte da Internet.
Uma Internet irrevogável – pela liberdade de expressão, partilha cultural e de forma a que esta tenha o reconhecimento que merece como ferramenta democrática!
É com este intuito que o Movimento Partido Pirata Português lança esta petição, para que possamos garantir que a nossa Internet seja e se mantenha livre.
O futuro é aqui, assina já!
Popularity: 17%
Sem conteúdos relacionados.

Alemanha
Argentina
Austrália
Áustria
Bélgica
Brasil
Bulgária
Canada
Chile
Dinamarca
Eslováquia
Espanha
Estados Unidos de América
Finlândia
França
Grécia
Holanda
Irlanda
Itália
Kasaquistão
Lituânia
Luxemburgo
México
Noruega
Nova Zelândia
Partido Pirata Internacional
Perú
Polónia
Reino Unido
República Checa
Romênia
Rússia
Sérvia
Suécia
Suiça
Turquia
Ucrânia
[...] Leia mais: Por uma Internet Irrevogável | Movimento Partido Pirata Português [...]
Tomei a liberdade de criar uma causa no Facebook, podem aceder à mesma através do link:
http://tinyurl.com/internetPPP
Já la estou.
Só uma correcção: Bastam 4000 assinaturas para o tema ser discutido em plenário.
Vou modificar! Um abraço!
Hidden due to low comment rating. Click here to see.
Negativo...
-8
O meu amigo nem sequer leu a petição. Se tivesse deixado os seus preconceitos lá fora, teria reparado que não se trata aqui de direitos de autor nem coisas semelhantes.
Considero uma péssima ideia…
Dizer que o governo tem de garantir internet às pessoas é colocar a internet nas mão do governo. Se repararmos todos os serviços que o governo presta são de má qualidade e têm custos altissimos, senão vejamos o caso da saúde, educação, justiça, finanças, estradas, transportes públicos, etc… Todos estes serviços são de pouca qualidade e têm custos altíssimos. Colocar o governo a garantir o acesso à internet apenas irá diminuir a qualidade do serviço e aumentar o custo (mesmo que seja gratuita para os utentes o custo será pago através de impostos e é bem real) assim como dará ao governo maiores ferramentas para controlar a forma como esta pode ou não ser acedida.
Concordaria com uma petição que garantisse em constituição a impossibilidade do governo controlar ou censurar a internet, mas esta petição caso ande para a frente, terá exactamente o efeito oposto.
Os governos são maus se nós quisermos.
A petição apenas se traduz em que na CRP esteja previsto que a internet é para todos e irrevogável. Estar a presumir que isso será feito pelo governo e que o governo vai usar isso abusivamente é a tua interpretação de como se faz isso, temos um SNS mau mas ao menos temos um, temos escolas más mas ao menos temos escolas púbilcas. A solução não é acabar com que é publico é melhorar as coisas publicas para serem cada vez mais justas. Sharing is Caring… E mais uma coisa não confundas Estado com Governo
Positivo!
+6
Rui, a petição não pede que o a Internet seja equiparada a serviços como a Saúde que na constituição é referida como tendo de ser “tendencialmente gratuita”, porque nada é gratuito e são os contribuintes que pagam – como referiste e bem.
O que é sugerido é uma solução publico-privada.
“Constatado este facto, requer-se que, constitucionalmente, se garanta o acesso à Internet a todos os cidadãos portugueses, na sua residência permanente em território Português, como um direito fundamental e irrevogável, sendo da responsabilidade conjunta do estado e das empresas privadas fornecedoras de acesso à Internet a operar em Portugal, garantir a total cobertura do território nacional e tarifários acessíveis a todos os cidadãos independentemente da sua condição económica. ”
Mas há todo o espaço de manobra nesta petição para outras soluções, o importante é que a Internet não seja negada a ninguém.
Olá Miguel, Obrigado pela tua resposta. A razão pela qual fiz o comentário a dizer que não concordo com o governo a controlar a internet está na seguinte passagem da petição. sendo da responsabilidade conjunta do estado e das empresas privadas fornecedoras de acesso à Internet a operar em Portugal Compreendo a diferença entre Estado e Governo no entanto creio que a forma como esta parceria será gerida terá sempre a ver com o governo em vigor Agora daria para uma enorme discussão sobre publico/privado, mas não creio que ter um serviço publico mau seja necessáriamente ser melhor do que ter um serviço privado… creio que depende do serviço e da forma como este é apresentado tanto pelos diversos fornecedores publicos ou privados. No caso da internet existe a agravante que para funcionar bem implica que o serviço não seja regulado. Dar poderes ao estado ( e consequentemente ao governo em vigor ) para gerir a forma como a internet é acedida pelas pessoas é também fornecer mais ferramentas para controlar a internet o que pode ser bastante perigoso. Concordo sem qualquer dúvida que a internet é extremamente importante para o desenvolvimento da sociedade mas discordo que deva ser o estado a gerir como este acesso é feito.
A Internet não se vende – defende-se
Ainda que tenha custos inerentes, cabe a cada um de nós garantir o acesso à internet aos outros. A diferença entre governo e Estado é esta – Tu fazes parte do Estado mas não do Governo
Claro que o Partido Pirata Português defende a neutralidade da internet e a sua independência. Mas isso não invalida que o Estado te garanta o acesso a Internet. Para todos terem internet de forma justa é necessário o Estado controlar? Não. É somente necessário criar condições.
No fundo o que queremos é que Portugal faça download da internet e partilhe com todos os Portugueses. O Bit Torrent não controla os conteúdos que se faz o download, pois bem o Governo também não o fará! Só se quisermos é que faz!
[...] te manteres mais informado(a) visita o site do Partido Pirata, se és a favor das normas assina e ajuda! Portugal, PPP Portugal Obrigado pela leitura, não te esqueças de visitar o meu site [...]
Pergunta: qual é a relevância de tal petição tendo em conta que a ONU declarou agora que o acesso à internet é um direito humano? (http://www.wired.com/threatlevel/2011/06/internet-a-human-right/)
A questão é mais se os vários países vão ter em consideração essa declaração. Tanto quanto sei não há garantias que assim seja.
Gostava de saber exactamente a finalidade desta petição. Que significa:
“para que possamos garantir que a nossa Internet seja e se mantenha livre”
A nossa internet? a internet é de todos e os conteúdos dos seus autores…
Por acaso algum de vocês já criou algo (com valor, claro)? Sinceramente
vejo nestes “movimentos” a anarquia própria de mentes mal desenvolvidas
em indivíduos que normalmente vivem à pala de alguém. Cumprimentos
Não concordo com a forma que interpreta o conteudo.
Devemos, se vivemos em democracia, sermos livres de pesquizar, ou navegar por onde nos apeteça e compartilharmos o que quer que seja nosso. Se eu compro um filme jogo ou livro eu já paguei para o ter, portanto tenho o direito de dividir, oferecer, emprestar a quem me apetecer, a isso chama-se liberdade de partilha.
Não concorda?
Copy/paste retirado do Dicionário Priberam
pirata
adj. 2 g. s. 2 g.
adj. 2 g. s. 2 g.
adj. 2 g. s. 2 g.
1. Que ou o que cruzava os mares para roubar os navios.
2. Corsário.
3. Navio de piratas.
4. [Figurado] [Figurado] Pessoa que enriquece à custa de outrem por exações violentas.
5. [Gíria] [Gíria] Cabo de polícia.
6. [Portugal: Beira, Trás-os-Montes] [Portugal: Beira, Trás-os-Montes] Sujeito ardiloso. = MALANDRO
7. [Brasil, Figurado] [Brasil, Figurado] Namorador, sedutor.
[Informática] [Informática] pirata informático: pessoa que, devido aos seus conhecimentos de informática, nomeadamente.notadamente de programação, consegue ludibriar a segurança de sistemas informáticos, acedendo de forma ilegal ao seu conteúdo. = CIBERPIRATA
Excetuando o sentido figurado aplicado pelos brasileiros, parece-me que “Pirata” em nada abona a vosso favor, muito pelo contrário, retira toda e qualquer credibilidade!
Pensem nisso