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	<title>Movimento Partido Pirata Português &#187; Cultura Livre &amp; Partilha</title>
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		<title>A Perversão da Partilha</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 18:28:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi noticiado no dia 18 de Abril, que o “Tribunal da Relação de Lisboa revogou a decisão do tribunal de instrução e decidiu que o autor do site português de partilha BTuga deverá ser julgado por crime de usurpação de direitos de autor”. Todo o mediatismo utilizado neste caso tem, acreditamos, a clara intenção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><blockquote>
<p id="internal-source-marker_0.8590359437007434"><img class="alignleft" title="btuga" src="/wp-content/uploads/2011/04/top1.jpg" alt="btuga" width="350" height="120" />Foi noticiado no dia 18 de Abril, que o “<a href="http://www.publico.pt/Tecnologia/autor-do-site-de-partilha-btuga-vai-a-julgamento_1490367">Tribunal  da Relação de Lisboa revogou a decisão do tribunal de instrução e  decidiu que o autor do site português de partilha BTuga deverá ser  julgado por crime de usurpação de direitos de autor</a>”.  Todo o mediatismo utilizado neste caso tem, acreditamos, a clara  intenção de perverter a partilha.<span id="more-1639"></span> Tenta-se com este caso intimidar toda  uma geração. A partilha é natural, faz parte do processo de comunicação,  da condição humana. A Internet não é mais do que um mecanismo criado  para fomentar a democratização do conhecimento, ou seja, para partilhar.  A Internet tem o potencial de liberalizar o acesso à informação, de  aproximar os criadores dos consumidores e é uma ferramenta única na  divulgação de obras intelectuais aumentando inclusive o valor do  produto. Tal não é visto por quem, a todo o custo, procura manter o  monopólio cultural, mesmo que isso signifique ir contra a neutralidade  da Internet e contra os direitos fundamentais dos cidadãos &#8211; criando de <a href="http://torrentfreak.com/monopoly-lawyers-shouldnt-write-monopoly-laws-110417/">forma parcial</a> sistemas legais que lentamente destroem a cultura. A verdade é que <a href="http://tek.sapo.pt/noticias/internet/troca_de_ficheiros_nao_impede_industria_disco_999889.html">uma protecção menos vincada dos direitos de autor beneficiaria a sociedade</a>.<img class="alignright" title="copyright" src="/wp-content/uploads/2011/04/500px-Copyright_is_Killing_Music.svg_.png" alt="copyright" width="239" height="226" /></p>
<p>A partilha por si só, não constitui crime, ao contrário do que a sociedade e consequentemente a justiça desvirtua, apenas o é “<a href="http://www.pgdlisboa.pt/pgdl/leis/lei_mostra_articulado.php?artigo_id=484A0199&amp;nid=484&amp;tabela=leis&amp;pagina=1&amp;ficha=1&amp;nversao=#artigo">se existir uma distribuição ao público de obra usurpada ou contrafeita ou cópia não autorizada</a>”.  Essa distribuição, tem de ser provada, ou seja, demonstrar que os  milhares de cidadãos que descarregaram ficheiros não tinham autorização  para o fazer. E não devem os tribunais presumir a ilegalidade, uma vez  que está consagrado na <a href="http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/ConstituicaoRepublicaPortuguesa.aspx#art32">Constituição</a> e na <a href="http://dre.pt/comum/html/legis/dudh.html#11">Declaração dos Direitos do Homem</a>:  inocência até prova em contrário. Portanto, teriam os tribunais que  verificar a legalidade dos ficheiros que foram partilhados. É  materialmente impossível ir atrás dos milhares de uploads/downloads realizados,  para além de constituir um clara violação à privacidade dos  utilizadores. Só nos deparamos perante este dilema legal porque o Código  do Direito de Autor e dos Direitos Conexos é errado! Guia-se pelo  princípio de que todos são culpados até prova em contrário, ou seja, “<a href="http://www.dgsi.pt/jtrc.nsf/8fe0e606d8f56b22802576c0005637dc/a67b13b71f10a3828025786c0049150c?OpenDocument">tem de ser expressamente demonstrada a forma de utilização lícita</a>” &#8211; <a href="http://dre.pt/comum/html/legis/dudh.html#27">Deturpando a Declaração Universal dos Direitos Humanos no que respeita ao direito de acesso à Cultura</a>.</p>
<p><img class="alignleft" title="leechers" src="/wp-content/uploads/2011/04/leechers.jpg" alt="leechers" width="200" height="120" />Sobre o caso do site BTuga em concreto, esclarecemos que não nos  revemos em quem utiliza o argumento da livre partilha para gerar lucro, o  serviço <a href="http://replay.waybackmachine.org/20040918033114/http://premium.btuga.com/">premium</a> do BTuga em nada traduzia o espírito da partilha livre, “<a href="http://www.remixtures.com/2007/08/doacoes-btuga-afinal-as-contas-premium-nao-chegam/">o BTuga assentava não só na publicidade, como também e sobretudo nas contas premium que permitiam obter maiores velocidades nos downloads sem obrigar os utilizadores a efectuarem uploads: receber sem dar, essa filosofia vai totalmente contra o espírito da partilha livre</a>”.Temos  a plena consciência que alojar um site acarreta custos, mas nunca  defenderemos um sistema onde o dinheiro é factor discriminatório do  acesso à cultura, pois é precisamente esse o sistema que actualmente  existe e contra o qual o Partido Pirata Português tem lutado. Defendemos  a despenalização da partilha sem fins lucrativos e aplaudimos todos os projectos que se regem por este princípio.</p></blockquote>
<p>Resposta do Movimento Partido Pirata Português  ao desafio do TeK para escrever um <a href="http://tek.sapo.pt/opiniao/opiniao_a_perversao_da_partilha_1147738.html">artigo de opinião sobre o caso do BTuga</a>.
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		<title>Encontro Pirata &#8211; Dia 25 Abril</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 10:48:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Dia 25 Abril - Encontro Pirata @ Pç. Restauradores 15 Lisboa - 14:45<!--more--></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img class="aligncenter" title="Encontro Pirata" src="http://dl.dropbox.com/u/2990380/25%20abril.png" alt="Encontro Pirata" width="482" height="640" /></p>
<p>Dia 25 Abril &#8211; Encontro Pirata @ Pç. Restauradores 15 Lisboa &#8211; 14:45</p>
<p><span id="more-1617"></span>Clica na imagem para aceder ao google maps:</p>
<p><a href="http://maps.google.pt/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-PT&amp;geocode=&amp;q=%22Pirata+(O)%22&amp;aq=&amp;sll=38.719805,-9.140625&amp;sspn=0.966439,2.705383&amp;ie=UTF8&amp;hq=%22Pirata+(O)%22&amp;hnear=&amp;ll=38.715519,-9.140625&amp;spn=0.966497,2.705383&amp;t=h&amp;z=9&amp;iwloc=A&amp;layer=c&amp;cbll=38.715186,-9.14154&amp;panoid=MqLsfsbLEu7GGBCal2Oaqw&amp;cbp=12,222.81,,0,5.29" target="_blank"><img title="Local" src="http://img855.imageshack.us/img855/1906/barpirata.jpg" alt="Local" width="358" height="246" /></a>
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		<title>Novo ataque da ACAPOR à privacidade</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 06:15:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ontem, dia em que se comemorou o nascimento da Internet, a Associação do Comércio Audiovisual, de Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal (ACAPOR) teve a infeliz ideia de mais uma vez atentar contra este meio de comunicação. Uma vez mais a ACAPOR entregou na Procuradoria-Geral da República mil endereços IP de cidadãos que segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="Acapores" src="/wp-content/uploads/2011/04/dvdqw.jpg" alt="Acapores" width="234" height="304" />Ontem, dia em que se comemorou <a href="http://www.wired.com/science/discoveries/news/2007/04/dayintech_0407" target="_blank">o nascimento da Internet</a>, a Associação do Comércio Audiovisual, de Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal (ACAPOR) teve a infeliz ideia de mais uma vez atentar contra este meio de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez mais a ACAPOR entregou na Procuradoria-Geral da República mil endereços IP de cidadãos que segundo esta foram  “<a href="http://www.acapor.pt/site/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=82:acapor-ja-entregou-mais-1000-denuncias&amp;catid=1:latest-news&amp;Itemid=55" target="_blank" class="broken_link">detectados a partilhar de forma ilegal obras cinematográficas protegidas por Direitos de Autor</a>.” O Partido Pirata Português relembra que esta associação não é um <a href="http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=96&amp;did=149959" target="_blank">juiz de direito</a> e por isso não tem qualquer legitimidade para recolher dados<span id="more-1480"></span> com o intuito de promover consequentes processos criminais. Aliás em Portugal vigora o princípio processual penal da oficialidade, ou seja, o exercício da acção penal compete ao Ministério Público. Outro princípio penal que relembramos é o <em>in dubio pro reo </em>- o IP não identifica ninguém individualmente, mas sim uma ligação à rede, é falível que um IP identifique uma pessoa, tal só é possível acompanhado de data e hora e ainda assim não se pode concluir que a pessoa tenha ou não tenha autorização para partilhar o conteúdo. Portugal pauta-se pelo <a href="http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/ConstituicaoRepublicaPortuguesa.aspx#art32" target="_blank"><strong>PRINCÍPIO DA INOCÊNCIA</strong></a> e não pelo princípio de se considerar todos culpados até prova em contrário em defesa de interesses comerciais. A ACAPOR arrisca-se, aliás, a dar um tiro no próprio pé, uma vez, que esta já admitiu <a href="http://www.publico.pt/Tecnologia/acapor-entrega-para-a-semana-mais-mil-queixas-por-partilha-ilegal_1487564" target="_blank">não deter os direitos dos filmes</a> e portanto o seu IP deverá constar dessa lista.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta constante violação da privacidade não é admissível e portanto o PPP denunciou e aconselha todos os portugueses a <a href="http://www.forum.partidopiratapt.eu/index.php/topic,1522.0.html" target="_blank">denunciar esta situação</a> de modo a que seja travada e se tirem as devidas responsabilidades de quem viola a <a href="http://www.cnpd.pt/bin/legis/nacional/lei_6798.htm" target="_blank">Lei da Protecção de Dados</a> pelo “não cumprimento de obrigações relativas a protecção de dados”. Quantos mais cidadãos exercerem do seu  <a href="http://www.publico.pt/Tecnologia/50-queixas-contra-acapor-enviadas-pela-comissao-de-proteccao-de-dados-para-a-pgr_1487889" target="_blank">direito de queixa/reclamação</a> mais garantias se terá que estes actos não cairão em saco roto nem que a culpa morrerá solteira.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="Acapores" src="/wp-content/uploads/2011/04/mapjaaaco.jpg" alt="Acapores" width="300" height="103" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em nota final, gostaríamos de lamentar a tentativa de instrumentalizar a justiça de parte da ACAPOR o que é vergonhoso, o respeito pelas instituições democráticas é devido, ainda para mais perante a actual conjuntura da justiça e da sociedade. Precisamos de quem defenda o que é correcto e não de quem procura o &#8220;<a href="http://tek.sapo.pt/noticias/internet/acapor_propoe_se_entupir_os_tribunais_contra_1119008.html" target="_blank">total entupimento dos tribunais</a>” para dar um ar da sua graça, na defesa de um mercado obsoleto e ultrapassado. É por isso igualmente lamentável as declarações confusas e díspares na <a href="http://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf?path=6148523063446f764c324679626d56304c334e706447567a4c31684a544556484c304e50545338784d304e4655304d765231524252454e4655304d765247396a6457316c626e52766330466a64476c32615752685a4756446232317063334e68627938314e47466d4e5755304f53316d4f446c684c5451345a6a4574596a4135597930794e5751354f544533593249325a4467756347526d&amp;fich=54af5e49-f89a-48f1-b09c-25d9917cb6d8.pdf&amp;Inline=true" target="_blank">Assembleia da República</a>, onde foi afirmado na pessoa do seu presidente que &#8220;quando a ACAPOR tomou a iniciativa de apresentar 1000 queixas-crime, foi recebida por dois magistrados que disseram, que apesar de ser um crime público, <strong>o Ministério Público não tinham a incumbência de actuar</strong> nas redes de partilha <strong>e proceder a essa investigação.</strong>” Afirmação que é contrariada pela própria associação <a href="http://www.acapor.pt/site/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=81:comunicado-de-imprensa&amp;catid=1:latest-news&amp;Itemid=55" target="_blank" class="broken_link">quando confrontada com 50 queixas contra si</a>: “tendo inclusivamente indo mais longe dizendo que tal impulso seria “indispensável para a <strong>abertura dos respectivos inquéritos criminais</strong>”.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons&#8221; (Martin Luther King). É pois tempo de quebrar o silêncio de cada um de nós e GRITAR pelos nossos direitos.<br />
JUNTA-TE A NÓS!<br />
<a href="http://partidopiratapt.eu/assinaturas" target="_blank"><img class="aligncenter" title="Pirata" src="/wp-content/uploads/2011/04/pirata.png" alt="Pirata" width="276" height="391" /></a></p>
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		<title>Por uma Internet Irrevogável</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 22:31:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Portugal pode garantir que não terá um sistema de corte da Internet.<br />
Uma Internet irrevogável - pela liberdade de expressão, partilha  cultural e de forma a que esta tenha o reconhecimento que merece como  ferramenta democrática!</p>
<p>É com este intuito que o Movimento Partido Pirata Português lança <a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=netconst" target="_blank">esta petição</a>, para que possamos garantir que a nossa Internet seja e se mantenha livre.</p>
<p>http://www.peticaopublica.com/?pi=netconst</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Portugal pode garantir que não terá um sistema de corte da Internet.<br />
Uma Internet irrevogável &#8211; pela liberdade de expressão, partilha cultural e de forma a que esta tenha o reconhecimento que merece como ferramenta democrática!</p>
<p>É com este intuito que o Movimento Partido Pirata Português lança <a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=netconst" target="_blank">esta petição</a>, para que possamos garantir que a nossa Internet seja e se mantenha livre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><strong>O futuro é <a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=netconst" target="_blank">aqui</a>, assina já!</strong></span></p>
<p><img class="aligncenter" title="Petição" src="/wp-content/uploads/2011/03/petição10.png" alt="Petição" width="506" height="214" />
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		<title>Síndrome de Estupidez Aguda</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 09:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como já tinha sido anunciado, a Associação Fonográfica Portuguesa (AFP) celebrou um protocolo com a Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC) no âmbito do combate à pirataria. Até há bem pouco tempo o conteúdo deste acordo foi propositadamente mantido em segredo, tendo a AFP apenas afirmado que se destinava a “dar formação aos agentes do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/AFP.png"><img class="alignright size-full wp-image-1280" style="margin-left: 10px;" title="AFP" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/AFP.png" alt="" width="160" height="191" /></a>Como já tinha sido </span><a href="http://partidopiratapt.eu/arquivos/1184"><span style="text-decoration: underline;">anunciado</span></a><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, a </span><a href="http://www.afp.org.pt/"><span style="text-decoration: underline;">Associação Fonográfica Portuguesa (AFP)</span></a><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> celebrou um protocolo com a </span><a href="http://www.igac.pt/"><span style="text-decoration: underline;">Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC)</span></a><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> no âmbito do combate à pirataria. Até há bem pouco tempo o conteúdo deste acordo foi propositadamente mantido em segredo, tendo a AFP apenas afirmado que se destinava a “</span><a href="http://www.afp.org.pt/noticias.php"><span style="text-decoration: underline;">dar formação aos agentes do IGAC</span></a><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">”, o que não é de todo verdade. De modo a apurar o real conteúdo deste protocolo o PPP contactou a IGAC sem nunca obter qualquer resposta. Somente após queixa à </span><a href="http://www.cada.pt/"><span style="text-decoration: underline;">Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA)</span></a><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, a IGAC se dignou, finalmente, a responder e a </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.igac.pt/?cr=9203">disponibilizar</a></span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> este protocolo como é exigido por lei.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/IGAC.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-1281" style="margin-right: 10px;" title="IGAC" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/IGAC.gif" alt="" width="121" height="130" /></a>Gostaríamos em primeiro lugar de lembrar à IGAC que é um organismo público e que é regido por normas de transparência legais às quais se furtou escandalosamente. Esta atitude acarretava por si só indícios de má fé que vieram a ser confirmados pela posterior análise do protocolo, que aqui resumimos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">A </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Cláusula Segunda”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> do protocolo (sobre a </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Fiscalização e actuação relativamente aos serviços de p2p”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">) diz que </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“No quadro da sua acção de fiscalização de infracções à legislação em vigor nos serviços de </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">p2p</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, a IGAC procederá à denúncia dos endereços </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">IP Portugueses que disponibilizem </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">conteúdos musicais protegidos”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, e no entanto a </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Cláusula Quarta”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> (sobre a </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Colaboração da AFP”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">) refere que </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Sempre que for necessário obter </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">autorizações </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">das empresas suas associadas </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">para disponibilizar fonogramas nos serviços de partilha de ficheiros</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> onde vai efectuar a fiscalização, a AFP actuará prontamente no sentido de obter as mesmas e bem assim, </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">os respectivos ficheiros MP3</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">.”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> e ainda mais que </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Relativamente a outros titulares de direitos </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">cuja autorização seja necessária para disponibilizar ficheiros musicais nos serviços de p2p</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, nomeadamente de Autores e de Artistas e Músicos Executantes, a AFP contactará a SPA &#8211; Sociedade Portuguesa de Autores e a GDA &#8211; Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas Intérpretes ou Executantes, CRL, no sentido de </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">obter as necessárias autorizações</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">”.</span></span></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1287" style="margin-left: 10px;" title="paradoxcube" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/paradoxcube.jpg" alt="" width="200" height="208" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">O que a IGAC se propõe a fazer é o paradoxo legal, de, primeiro obter autorização para disponibilizar ficheiros MP3 em redes P2P, transformando isso num </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">upload</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> legal e depois acusar quem o receber de fazer o chamado “</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">download</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> ilegal”, que não passa de uma mentira à qual os interesses instalados recorrem incansavelmente na tentativa de que passe a ser uma verdade. Para que se perceba melhor o extremo </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oximoro"><span style="text-decoration: underline;">oximoro (do grego </span><span style="text-decoration: underline;"><em>“Estupidez Aguda”</em></span><span style="text-decoration: underline;">)</span></a> <span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">troque-se o meio de difusão, neste caso uma rede P2P na Internet, pelas ondas hertzianas, e seria o mesmo que obter autorização para difundir uma música pela Rádio e depois acusar quem a sintonizar (independentemente sequer de se a grava ou não).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/bittorrentprotocol.gif"><img class="size-medium wp-image-1286 alignleft" style="margin-right: 10px;" title="bittorrentprotocol" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/bittorrentprotocol-300x300.gif" alt="" width="300" height="300" /></a>Apesar desta </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Estupidez Aguda”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> por parte da IGAC e da AFP, o PPP reconhece outros adjectivos encapotados a esta acção, nomeadamente a intenção </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Manhosa”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> de perseguir um serviço de P2P em particular, por ser o único que pode ser posto em causa devido à sua estrutura de funcionamento, o </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">BitTorrent</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">. De facto, o próprio esquema de funcionamento do </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">BitTorrent </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">implica que qualquer </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">download </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">feito através dele acabe por ser ao mesmo tempo um </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">upload</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> parcial, porque enquanto se recebem bocados das fontes originais também há partilha de bocados com os outros </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">peers</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> que estiverem a fazer</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> download</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> nesse momento.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">Pensar que quem fizer </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">download</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> pelo </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">BitTorrent </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">pode incorrer num acto ilegal neste caso em que o IGAC disponibiliza legalmente os MP3 é no entanto outro oximoro. É uma </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Estupidez Aguda”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> considerar que se possa obter uma qualquer permissão para disponibilizar algo num sistema com determinadas implicações inalteráveis e depois querer acusar alguém por ficar sujeito a elas. Mais uma vez usando um exemplo tradicional, seria o mesmo que obter permissão para difundir uma musica pelas ondas hertzianas, mas só para os “subscritores” de uma Rádio, e depois querer acusar os “não-subscritores” que a sintonizassem (mesmo que em “zapping”). Sim, é um exemplo </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Estúpido”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, nós sabemos que não há “subscrições” deste tipo, porque realmente seria uma </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Estupidez Aguda” </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">se houvesse, e é por isso mesmo que ele serve.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/bittorrent.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1288" title="bittorrent" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/bittorrent-300x83.jpg" alt="" width="300" height="83" /></a>Das duas uma, ou há permissão para o protocolo </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">BitTorrent</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, e como tal tem de abranger a totalidade do mesmo com todas as suas implicações em terceiros ilibando-os de qualquer crime, ou não há, e nesse caso é a própria IGAC que irá incorrer no crime que se diz querer prevenir, ao ser a fonte inicial da partilha, a fonte do </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">upload </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">ilegal</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/agentprovocateur.jpg"><img class="size-medium wp-image-1289 alignleft" style="margin-right: 10px;" title="agentprovocateur" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/agentprovocateur-300x216.jpg" alt="" width="192" height="138" /></a>Mas não ficam por aqui os adjectivos aplicáveis a esta atitude </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Manhosa”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> e de uma </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Estupidez Aguda”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> que tanto a IGAC como a AFP quiseram a todo o custo ocultar do escrutínio dos portugueses. Mais do que tudo há uma tremenda má fé </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Criminosa” </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">no que estas duas entidades, uma das quais paga pelos nossos próprios impostos, conspiraram contra os cidadãos deste país. De facto o que a IGAC se dispôs a fazer ultrapassa em muito a figura do “agente encoberto”, que recorre a infiltração para recolher provas, e é nada mais nada menos do que a conduta ilegítima personificada na figura de “agente provocador”, por actuar de forma a criar o suposto crime que dolosamente visa imputar a terceiros, que não o cometeriam sem a sua acção directa. É uma atitude que mancha o nome da IGAC pela sua intenção mas que acaba por nem ter qualquer efeito já que a inexistência de crime devido à sua </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Estupidez Aguda”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> esvazia qualquer figura de “agente” e apenas revela a triste figura a que esta instituição se prestou, no uso dos poderes que nós, Portugueses, através do Estado e dos nossos impostos, lhe conferimos.</span></span></p>
<p><img class="size-full wp-image-1284 alignright" style="margin-left: 10px;" title="IPs" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/IPs.png" alt="" width="195" height="152" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">São no entanto preocupantes estas últimas vertentes </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Manhosas”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> e de má fé </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Criminosa”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, por serem indicativas dos subterfúgios a que estas entidades estão dispostas para obter resultados. Na</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> “Cláusula Segunda”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> do protocolo, o número 2 diz que “Entre os meios de prova devem constar </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">amostras de descargas dos ficheiros disponibilizados ilegalmente</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">‘screenshots’ das pastas que contêm os ficheiros disponibilizados por cada utilizador</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, informação sobre data e hora dos ilícitos que estejam a ser praticados, etc”. Ora se em relação às </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">amostras </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">a IGAC as pode obter directamente da AFP, como referido anteriormente na </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Cláusula Quarta”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, a sua utilidade como prova fica sob suspeita dada a óbvia má fé já exibida por ambas as entidades. Mais suspeito e inútil ainda é o recurso ao uso de </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">‘screenshots’</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> como meio de prova, do que quer que seja, já que a facilidade com que se podem adulterar ou até fabricar ultrapassa todos os limites do razoável no que toca ao valor probatório dos mesmos, por muito que se digam autênticos e autenticados, e, como referido no artigo 169º do Código do Processo Penal, a sua validade pode ser fundamentalmente posta em causa por um </span><a href="http://partidopiratapt.eu/beta/torrentScreen.php"><span style="text-decoration: underline;">simples script PHP</span></a><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">. (</span><a href="http://partidopiratapt.eu/beta/torrentScreen.php?tname=TudoDePedroAbrunhosa.zip&amp;tsize=666&amp;trecv=13&amp;tc0_ip=66.147.244.213&amp;tc0_client=Agent+Provocateur&amp;tc0_flags=DhXu&amp;tc0_complete=100&amp;tc1_ip=213.63.184.194&amp;tc1_client=AFP+Leech&amp;tc1_flags=DhXu&amp;tc1_complete=69&amp;tc2_ip=62.193.192.97&amp;tc2_client=ACAPOR+SpyTorrent&amp;tc2_flags=hIKSXu&amp;tc2_complete=66&amp;tc3_ip=127.0.0.1&amp;tc3_client=%C2%B5Torrent&amp;tc3_flags=dEH&amp;tc3_complete=42&amp;tc4_ip=&amp;tc4_client=&amp;tc4_flags=&amp;tc4_complete=&amp;tc5_ip=&amp;tc5_client=&amp;tc5_flags=&amp;tc5_complete=&amp;tc6_ip=&amp;tc6_client=&amp;tc6_flags=&amp;tc6_complete=&amp;tc7_ip=&amp;tc7_client=&amp;tc7_flags=&amp;tc7_complete=&amp;tc8_ip=&amp;tc8_client=&amp;tc8_flags=&amp;tc8_complete=&amp;tc9_ip=&amp;tc9_client=&amp;tc9_flags=&amp;tc9_complete=&amp;tc10_ip=&amp;tc10_client=&amp;tc10_flags=&amp;tc10_complete=&amp;tc11_ip=&amp;tc11_client=&amp;tc11_flags=&amp;tc11_complete=&amp;tc12_ip=&amp;tc12_client=&amp;tc12_flags=&amp;tc12_complete=&amp;tc13_ip=&amp;tc13_client=&amp;tc13_flags=&amp;tc13_complete=&amp;tc14_ip=&amp;tc14_client=&amp;tc14_flags=&amp;tc14_complete=&amp;tc15_ip=&amp;tc15_client=&amp;tc15_flags=&amp;tc15_complete="><span style="text-decoration: underline;">exemplo humoristico que “vale mais do que mil palavras”</span></a><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/read-all-about-it-end1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1290 alignleft" style="margin-right: 10px;" title="read-all-about-it-end1" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/02/read-all-about-it-end1-270x300.jpg" alt="" width="270" height="300" /></a>A má fé patente neste protocolo, e a precariedade do valor deste tipo de provas, assenta no entanto que nem uma luva quando o que aparentemente se pretende é apenas ter um processo expedito de fabricação de resultados para que possam ser apresentados aos meios de comunicação social, ao abrigo da </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Cláusula Oitava”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> (sobre a </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Divulgação dos Resultados”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">).  Aí se diz que </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“A IGAC e a AFP acordam que os resultados alcançados no âmbito do presente protocolo </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">deverão ser divulgados junto da comunicação social</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, nomeadamente sobre as acções de fiscalização realizadas, o </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"><strong>número</strong></span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> e tipo de denúncias apresentadas, o </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"><strong>número</strong></span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> de notificações enviadas a lSP&#8217;s ou outros </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">aspectos considerados importantes para alcançar os objectivos do presente protocolo</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">. Ou seja, não importam os resultados das denúncias e das notificações, o que importa são os números das mesmas. Não importa que as denúncias ou notificações não dêem em nada devido à sua </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Estupidez Aguda”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, o que interessa são os números das queixas, para mostrar serviço e meter medo aos internautas através dos meios de comunicação. Assim tudo fica explicado&#8230; realmente à IGAC e à AFP não interessam os meios de uma </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Estupidez Aguda”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">, somente os fins, que neste caso são simplesmente </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Estúpidos”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">. Só restou mesmo a </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">“Esperteza Saloia”</span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> de tentar ilegalmente ocultar isso dos Portugueses. Parece que não aprenderam nada com as tentativas ainda mais elaboradas de uma super-potência para ocultar o </span><a href="http://www.laquadrature.net/ACTA"><span style="text-decoration: underline;">ACTA</span></a><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"> do mundo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">Sabemos que a saúde da Democracia em terras Lusas já viu melhores dias, mas ultimamente parece estar a ser atacada por um continuado “Síndrome de Estupidez Aguda” que já não é exclusivo a uma ou duas fontes mas parece estar a tomar proporções epidémicas com múltiplas vozes a atacarem as liberdades fundamentais dos portugueses em nome da suposta protecção de um grupo de interesses instalados que estão simplesmente a ficar obsoletos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nós não somos “médicos”, mas somos democratas e estamos cá para combater todos os surtos que atentem contra as nossas liberdades, direitos e garantias.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;">Não te deixes contagiar! Junta-te a nós nesta luta!</span></span></p>
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		<title>Eles vieram pelos IP’s…</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 16:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi  hoje cumprido por parte da Associação do Comércio Audiovisual, Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal (ACAPOR) a apresentação de uma queixa, anunciada com grande pompa e circunstância, contra 1000 IP’s de cidadãos anónimos, a primeira de uma pressuposta série de queixas mensais que irá ser levada a cabo por esta associação futuramente. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p id="internal-source-marker_0.1665788919199258" style="text-align: justify;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/01/acapor_caixotes.png"><img class="size-full wp-image-1112 alignright" style="margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;" title="acapor_caixotes" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/01/acapor_caixotes.png" alt="Entrega das denúncias." width="207" height="280" /></a>Foi  hoje cumprido por parte da Associação do Comércio Audiovisual, Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal (ACAPOR) <a href="http://tek.sapo.pt/noticias/internet/acapor_propoe_se_entupir_os_tribunais_contra_1119008.html" target="_blank">a apresentação de uma queixa, anunciada com grande pompa e circunstância, contra 1000 IP’s</a> de cidadãos anónimos, a primeira de uma pressuposta série de queixas mensais que irá ser levada a cabo por esta associação futuramente.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da ACAPOR, Nuno Pereira, adiantou com notório desdém, que a listagem entregue é «a maior colectânea de denúncias criminais apresentadas em simultâneo na História da Justiça Portuguesa», mas na realidade trata-se sim da maior colectânea de provas auto incriminatórias apresentadas em simultâneo na História da justiça Portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Este acto é na verdade uma admissão da prática, com entrega de provas, de pelo menos 2 crimes, cada um dos quais punível com prisão até um ano ou multa até 120 dias, uma vez que a ACAPOR não se encontra autorizada pela Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) para fazer tal recolha de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">O Partido Pirata Português (PPP) não pode deixar de condenar esta atitude nem deixá-la passar incólume e como tal realizou diversas participações individuais à Comissão Nacional de Protecção de Dados, para além de uma denuncia por não cumprimento de obrigações relativas a protecção de dados e uma queixa-crime por acesso indevido na Procuradoria-Geral da República, cabendo agora às autoridades competentes agir contra estas ilegalidades cometidas pela ACAPOR.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="../wp-content/uploads/2011/01/1294243730.png"><img class="alignleft" style="margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-top: 10px;" title="Blockbuster I &lt;3 P2P" src="../wp-content/uploads/2011/01/1294243730-300x224.png" alt="Blockbuster I love P2P escrito na janela." width="240" height="179" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O PPP não tomou uma posição pública imediata em reacção ao anuncio de dia 20 de Dezembro por parte da ACAPOR, uma vez que preferiu fazer uma cuidadosa análise legal da situação e tomar todas as medidas ao seu dispor no intuito de fazer valer um dos seus princípios em <a href="../politica/manifesto-ppp" target="_blank">Manifesto</a> e propósito de existência: A Defesa da Privacidade Pessoal dos cidadãos portugueses.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A ACAPOR atacou a privacidade dos dados pessoais de 1000 cidadãos anónimos, e pretende que as suas identidades sejam reveladas e incriminadas. Pelo que, fica demonstrado que a nossa privacidade não é um direito garantido e hoje mais do que nunca temos que lutar por ela. O PPP tem uma mensagem para esses 1000, para os futuros milhares, e para todos em geral:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“A tua privacidade foi violada ou estará prestes a sê-lo! O que vais fazer em relação a isso?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Junta-te a nós! E <a href="../assinaturas" target="_blank">ajuda</a> o <a href="../politica/manifesto-ppp" target="_blank">PPP</a> a tornar-se uma realidade na luta contra este tipo de abusos!”</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Fica também a ideia de que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Martin_Niem%C3%B6ller" target="_blank">Martin Niemöller</a>, caso hoje ainda se encontrasse vivo, provavelmente teria a dizer sobre o assunto algo como:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><strong>“Eles vieram primeiro pelos <em>IP</em>’s de quem partilhava cultura <em>online</em><br />
 e eu não me manifestei porque eu não partilhava cultura <em>online</em>.<br />
 Depois eles vieram pelos <em>IP</em>’s de quem consumia cultura <em>online</em><br />
 e eu não me manifestei porque eu não consumia cultura <em>online</em>.<br />
 Depois eles vieram pelos <em>IP</em>’s de quem defendia a livre cultura <em>online</em><br />
 e eu não me manifestei porque eu não defendia a livre cultura <em>online</em>.<br />
 Depois eles vieram pelos <em>IP</em>’s de quem se manifestava <em>online</em><br />
 e eu não me manifestei porque eu não me manifestava <em>online</em>.<br />
 Depois eles vieram pelo meu <em>IP</em><br />
 e nessa altura já não restava ninguém <em>online </em>para se manifestar”</strong></p>
</blockquote>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/01/acapor_caixotes.png" target="_blank">Imagem</a> utilizada no artigo obtida via <a href="http://tek.sapo.pt/noticias/internet/acapor_propoe_se_entupir_os_tribunais_contra_1119008.html" target="_blank">Tek</a>.</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><br class="spacer_" /></p>
</blockquote>
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		<title>“Espelho” meu&#8230;“Espelho” teu.</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 10:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nonnu42</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A recente divulgação de novos documentos por parte do site de fugas de informação <a href="http://wikileaks.partidopiratapt.eu/">Wikileaks</a> colocou os políticos habituados à diplomacia por obscurantismo de  cabeça perdida e a secretária de estado Hillary Clinton a fazer  contactos de ultima hora antes da divulgação, de certo a pedir desculpas  por “inconveniências” que se iriam saber.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div>
<p style="text-align: center;"><strong><em><span style="font-size: xx-large;"><a href="http://wikileaks.partidopiratapt.eu" target="_blank"><span style="font-family: georgia, palatino;">wikileaks.partidopiratapt.eu</span></a></span></em></strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: center;"><strong><em><span style="font-size: xx-large;"><span style="font-family: georgia, palatino;">“Espelho” meu&#8230;“Espelho” teu.</span></span></em></strong></div>
<div style="text-align: center;"><strong><em><span style="font-size: xx-large;"><br />
 </span></em></strong></div>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-1044" style="margin-left: 15px;" title="image0" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image0-226x300.png" alt="" width="203" height="270" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A recente divulgação de novos documentos por parte do site de fugas de i</span><span style="font-size: small;">nformação <a href="http://wikileaks.partidopiratapt.eu/" target="_blank">Wikileaks</a> colocou os políticos habituados à diplomacia por obscurantismo de cabeça perdida e a secretária de estado Hillary Clinton a fazer contactos de ultima hora antes da divulgação, de certo a pedir desculpas por “inconveniências” que se iriam saber.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Apesar de mais uma vez ter havido tentativas de colaboração com o governo dos EUA para remoção de informação sensível, a resposta foi invariavelmente negativa e agressiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Desta vez no entanto, e através de uma estreita colaboração com orgãos de comunicação social respeitados como o <a href="http://www.google.com/hostednews/ap/article/ALeqM5i0Vruimmvy8loGklsz34QyGDKMDA?docId=120c7bf5d3a34dbaadf1280dace2e456" target="_blank" class="broken_link">Le Monde, o El Pais, o The Guardian, o Der Spiegel e o The New York Times, com os quais partilhou toda a informação disponível</a>, o Wikileaks tentou mitigar as criticas do passado deixando que os jornalistas profissionais de politica internacional desses orgãos escolhessem a informação com maior relevo, filtrando nomes e pontos mais sensíveis, para posterior divulgação nos seus jornais em simultâneo com a colocação no site do Wikileaks.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image101.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1046" style="margin-right: 15px;" title="image10" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image101-300x224.png" alt="" width="189" height="141" /></a><span style="font-size: small;">Mesmo assim a exposição indesejada alimentou a fúria de políticos e seus pares, habituados ao conforto do secretismo que encobria as suas acções, e neste momento eles tentam por todos os meios pôr cobro à ameaça que o Wikileaks representa ao seu poder instituído.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As companhias que disponibilizavam serviços ao Wikileaks estão uma após outra a sucumbir às pressões e a privar-lhe o uso desses mesmos serviços. Desde a EveryDNS, que disponibilizava o nome de domínio do Wikileaks, passando pela Amazon que acolhia o conteúdo do site, até à Paypal que recebia os donativos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Se no caso da EveryDNS a desculpa de que os ataques distribuídos de negação de serviço (DDOS) impactavam a sua própria infraestrutura pode ser compreensível, já nos casos da Amazon e da PayPal as suspeitas de pressões governamentais é gritante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image6.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1047" style="margin-right: 15px;" title="image6" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image6-300x58.png" alt="" width="210" height="41" /></a><a href="http://www.bbc.co.uk/news/world-us-canada-11917891" target="_blank"><span style="font-size: small;">A Amazon alega que o fêz porque o Wikileaks não é proprietário do copyright do conteúdo disponibilizado</span></a></span><span style="font-size: small;"> (ao mesmo tempo que <a href="http://tech.slashdot.org/story/10/12/04/1538250/Wikipedia-Pages-Now-On-Amazon-mdash-With-Product-Links?from=rss" target="_blank">se aproveita de conteúdo alheio para promover as suas próprias vendas copiando os conteúdos da Wikipédia</a>). Se esta fosse realmente a razão já o teria feito antes e não seria necessário <a href="http://www.abc.net.au/news/stories/2010/12/02/3082345.htm" target="_blank">informar o staff do Senador Joe Lieberman, o &#8220;chairman&#8221; do &#8220;Homeland Security and Governmental Affairs Committee&#8221;, da decisão de banir o Wikileaks</a>. Mas tais procedimentos indiciam que esta acção foi forçada pelo governo Norte Americano, que não se coíbe de exigir o mesmo a todas as outras empresas nacionais ou estrangeiras que tenham ligações com o Wikileaks.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image5.png"><img class="alignright size-full wp-image-1048" style="margin-left: 15px;" title="image5" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image5.png" alt="" width="100" height="100" /></a><span style="font-size: small;">Apenas dois dias após a Amazon, também a sua congénere PayPal chegou à conclusão que o Wikileaks não cumpria os seus termos de uso. <a href="http://www.paypalsucks.com/" target="_blank">A fama da PayPal no tratamento abusivo dos seus clientes, congelando contas sem razão aparente, é bem conhecida</a>, mas torna-se por mais evidente que neste caso não há coincidências e o critério é por certo originário nos gabinetes de Washington.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image21.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1050" style="margin-right: 15px;" title="image2" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image21.png" alt="" width="175" height="89" /></a><span style="font-size: small;">O que os políticos de Washington não perceberam, nem o seu pessoal lhes parece saber ensinar, é o mesmo que a industria das <a href="http://mafiaa.org/">MAFIAA</a>&#8216;s anda há 10 anos a não querer entender com a lição que deviam ter aprendido no caso do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Napster">Napster</a>.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><img class="alignright" title="image8" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image8.png" alt="" width="121" height="108" /><span style="font-size: small;">A industria musical, ao deparar-se com uma mudança de paradigma, em vez de se adaptar à nova realidade decidiu combater o que considerou um inimigo e não uma nova oportunidade de negócio. Eventualmente conseguiu destruir o pioneiro de uma nova era e o Napster fechou. Mas quando algo cativa realmente as pessoas não se consegue pôr o génio de novo na lâmpada, e no lugar de um surgiram múltiplos serviços similares ou melhores. Na sua cegueira passaram os últimos 10 anos a encerrar &#8220;descendentes&#8221; do Napster sem conseguirem entender que sempre que conseguem fechar uma porta dez janelas se abrem no seu lugar.<br />
 </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O que os governos, nomeadamente o dos EUA, estão a tentar fazer ao Wikileaks é exactamente o mesmo e vai ter exactamente o mesmo resultado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As massas provaram o sabor da transparência, mesmo que por portas travessas, e sentiram o cheiro a podre que está por trás de muitos governos e do modo como estes nos governam pela mentira, nos levam a guerras forjadas, a crimes de guerra ocultados, a negociatas diplomáticas para favorecer grandes grupos económicos, a violações dos direitos humanos, a um universo de podridão moral em que os senhores do mundo chafurdam de sorriso na cara com apertos de mão e palmadinhas nas costas em cimeiras e jantares diplomáticos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image71.png"><img class="alignleft" style="margin-right: 15px;" title="image7" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image71-195x300.png" alt="" width="126" height="194" /></a><span style="font-size: small;">Os governos deste mundo deviam preocupar-se mais em não ter podres para esconder do que a tentar destruir quem os expõe, a tentar uma diplomacia de verdade, confiança e bom senso em vez de uma diplomacia de guerra fria pejada de mentiras, dissimulações e traições.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image3.png"><img class="alignright size-medium wp-image-1054" style="margin-left: 15px;" title="image3" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image3-202x300.png" alt="" width="127" height="189" /></a><span style="font-size: small;">O ataque ao Wikileaks está a roçar o ridículo e a administração Obama está a repetir os mesmos erros do passado da administração Bush. Erros como a tentativa de queimar na praça publica a ex-agente da CIA <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Valerie_Plame" target="_blank">Valerie Plame Wilson</a> de modo a desacreditar o seu marido, o ex-embaixador <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Joseph_C._Wilson,_IV" target="_blank">Joseph C.Wilson</a>, por este ter revelado publicamente que alguns relatórios sobre armas de destruição maciça, nos quais se baseou a decisão de travar a guerra do Iraque, eram falsos e que a Casa Branca sabia disso. Aliás, está actualmente em exibição nas salas de cinema Portuguesas o filme <a href="http://www.fairgame-movie.com/" target="_blank">Fair Game</a> (Jogo Limpo) que conta em detalhe os factos sobre este caso que é emblemático do modo como estes assuntos são tratados pela maquina governamental americana.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image1.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1055" style="margin-right: 15px;" title="image1" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image1-225x300.png" alt="" width="126" height="168" /></a><span style="font-size: small;">Desta feita o visado é o fundador e cara visivel do Wikileaks, Julian Assange, que convenientemente tem vindo a ser alvo de uma campanha de intimidação e desacreditação com os típicos truques baixos <a href="http://gawker.com/5619931/meet-wikileaks-founders-alleged-sex-victim" target="_blank">perpretados por agentes dissimuladas</a> das <a href="http://www.rawstory.com/rs/2010/12/assange-rape-accuser-cia-ties/" target="_blank">secretas deste mundo</a>. Uma campanha com tácticas que incluem acusações empoladas para o nível da violação (<a href="http://www.washingtonsblog.com/2010/12/sex-charges-and-arrest-warrant-against.html" target="_blank" class="broken_link">que na realidade nada têm a ver com isso</a>) a emissão de um mandato de captura internacional pela Interpol como se de um perigoso mafioso se tratasse (e que afinal só foi pedido porque a lei Sueca não permite que se prestem depoimentos não presenciais), o <a href="http://www.businessinsider.com/julian-assanges-defense-fund-frozen-2010-12" target="_blank">congelamento dos seus fundos de defesa em países supostamente neutrais</a>, chegando até às <a href="http://www.msnbc.msn.com/id/40467957/ns/us_news-wikileaks_in_security/" target="_blank">ameaças de morte por parte de alguns políticos</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=bqtIafdoH_g" target="_blank" class="broken_link">afiliados</a> entre outras.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Ao demonizarem o representante e, na sua retórica, equipararem o Wikileaks a uma organização terrorista, os EUA correm o risco de inadvertidamente criarem um mártir caso algum estado que ladre menos e morda mais decida realmente <a href="http://yro.slashdot.org/story/10/12/02/2038203/Moscow-Has-Eyes-On-WikiLeaks-Too?from=rss" target="_blank">tomar medidas extremas contra Julian Assange</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image9.png"><img class="alignright size-full wp-image-1056" style="margin-left: 15px;" title="image9" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image9.png" alt="" width="162" height="198" /></a><span style="font-size: small;">No seu desespero os EUA estão a recorrer a tácticas similares às usadas pela China e que antes tão avidamente criticaram, incluindo o <a href="http://gawker.com/5705492/library-of-congress-is-latest-government-institution-to-block-wikileaks" target="_blank">bloqueio do Wikileaks em redes do estado, mesmo que de uso publico</a>, a <a href="http://gawker.com/5705639/us-military-in-iraq-tries-to-intimidate-soldiers-into-not-reading-wikileaks" target="_blank">intimidação das suas próprias tropas para que não o consultem</a> (talvez com receio que percebam que estão a travar uma guerra construída à base de mentiras), e até a <a href="http://www.huffingtonpost.com/2010/12/04/state-department-to-colum_n_792059.html" target="_blank">ameaça a estudantes, cujo mercado de trabalho esteja focado no sector do estado, de não virem a conseguir um emprego caso discutam o assunto nas redes sociais</a>.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Talvez um dos documentos Chineses que aparece na fuga e que <a href="http://yro.slashdot.org/story/10/12/04/2021219/China-Views-Internet-As-Controllable?from=rss" target="_blank">indica que a China vê a Internet como algo controlável</a> esteja a dar confiança e a abrir o apetite à vontade de censura crescente por parte dos governantes dos EUA, mas no fundo estão a cometer o mesmo erro que as MAFIAA&#8217;s cometeram há 10 anos atrás.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os primeiros sinais disso mesmo estão já em marcha, com <a href="http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,732212,00.html" target="_blank">promessas de novos sítios similares a caminho</a>, com <a href="http://www.openleaks.org/" target="_blank">espaços já reservados</a>, e a <a href="http://yro.slashdot.org/story/10/12/04/229233/WikiLeaks-Starts-Mass-Mirroring-Effort?from=rss" target="_blank">descentralização em massa do Wikileaks</a>, que conta já com uma <a href="http://wikimirrors.piratskapartija.com/" target="_blank">extensa lista de clones</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image4.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1057" style="margin-right: 15px;" title="image4" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/12/image4-300x192.png" alt="" width="168" height="107" /></a><span style="font-size: small;">Posto tudo isto, vendo que a <a href="http://mvalente.eu/2010/12/06/dominio-wikileaks-org-pt-remocao-imediata-na-sequencia-de-apreciacao-juridica/" target="_blank">censura do Wikileaks se começa também a espalhar a Portugal</a>, e tendo em conta os valores </span></span><span style="font-size: small;">que defende </span><span style="font-size: small;">a favor da Transparência e contra a Censura, tanto na Internet como fora dela, o Partido Pirata Português não podia agir de outro modo e decidiu aliar-se ao movimento anti-Censura passando também a disponibilizar um &#8220;espelho&#8221; de ligação ao Wikileaks por DNS no sub-domínio:</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><strong><a href="http://wikileaks.partidopiratapt.eu" target="_blank"><span style="font-size: small;"> http://wikileaks.partidopiratapt.eu</span></a></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">Terminamos com dois vídeos a ver com atenção:</span></p>
<div style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">Opinião de um dos grandes lideres americanos do passado<br />
 sobre o valor da transparência e os males do secretismo e obscurantismo.<br />
 Um defensor da liberdade de expressão também ele silenciado&#8230; </span></p>
<p style="text-align: center;">
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</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">Entrevista com Julian Assange no <a href="http://www.ted.com/" target="_blank">TED</a> sobre a importância da Wikileaks</span></p>
<p style="text-align: center;">
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</p>
</div>
</div>
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		<title>O Lápis Azul</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 13:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Há  uns dias atrás, mais precisamente dia 14 de Setembro de 2010, surgiu  um  comunicado emitido pela Associação do Comércio Audiovisual de  Portugal -  <a href="http://www.acapor.pt" target="_blank">ACAPOR</a> - onde se anuncia um procedimento administrativo com  vista ao  bloqueio do acesso em Portugal aos sites <a href="http://thepiratebay.org/" target="_blank">The Pirate Bay</a> e <a href="http://thepiratebay.org/" target="_blank">PirataTuga</a>.  No  mesmo comunicado é enunciado o Decreto-Lei n.º 7/2004 que transpõe  para  o ordenamento jurídico português a Directiva 2000/31/CE, que visa  dar  poderes ao <a href="http://www.igac.pt" target="_blank">IGAC</a> — Inspecção Geral das Actividades Culturais para   interromper a actividade de sites que prejudiquem gravemente os   consumidores, aí incluídos os investidores, como é o caso manifesto do   Pirate Bay, acusados pela responsabilidade na colaboração na realização   de biliões de “<em>downloads </em>ilegais” e na partilha não autorizada de  diversas obras culturais e intelectuais.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">Há  uns dias atrás, mais precisamente dia 14 de Setembro de 2010, surgiu um  comunicado emitido pela Associação do Comércio Audiovisual de Portugal &#8211;  <a href="http://www.acapor.pt/" target="_blank">ACAPOR</a> &#8211; onde se anuncia um procedimento administrativo com vista ao  bloqueio do acesso em Portugal aos sites <a href="http://thepiratebay.org/" target="_blank">The Pirate Bay</a> e <a href="http://www.piratatuga.net/" target="_blank">PirataTuga</a>. No  mesmo comunicado é enunciado o Decreto-Lei n.º 7/2004 que transpõe para  o ordenamento jurídico português a Directiva 2000/31/CE, que visa dar  poderes ao <a href="http://www.igac.pt" target="_blank">IGAC</a> — Inspecção Geral das Actividades Culturais para  interromper a actividade de sites que prejudiquem gravemente os  consumidores, aí incluídos os investidores, como é o caso manifesto do  <a href="http://thepiratebay.org" target="_blank">Pirate Bay</a>, acusados pela responsabilidade na colaboração na realização  de biliões de “<em>downloads </em>ilegais” e na partilha não autorizada de  diversas obras culturais e intelectuais. É também indicado uma  requisição ao Ministério Público para a abertura <a href="../wp-content/uploads/2010/09/47804_128527053861191_100001116912994_144940_6718810_n.jpg" target="_blank"><img class="alignright" style="float: right; margin: 10px;" title="Pirata vs Consumidor" src="../wp-content/uploads/2010/09/47804_128527053861191_100001116912994_144940_6718810_n.jpg" alt="Pirata vs Consumidor" width="337" height="347" /></a>de um inquérito com  vista a identificação e acusação criminal dos responsáveis pelo site  <a href="http://www.piratatuga.net/" target="_blank">PirataTuga</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O  que o comunicado não diz é que o modelo de negócio dos membros da  <a href="http://www.acapor.pt" target="_blank">ACAPOR</a> está moribundo não por causa da partilha de ficheiros <em>online </em>mas  principalmente pelos seus concorrentes comerciais directos já  estabelecidos pelos próprios provedores de serviços online. Basta  consultar os videoclubes do <a href="http://www.meo.pt/conhecer/tv/videoclube/Pages/oquee.aspx" target="_blank">MEO</a>, da <a href="http://www.zon.pt/Videoclube/videoclube.aspx" target="_blank">ZON</a>, da <a href="http://acesso.clix.pt/videoclube/" target="_blank">Clix</a>, da <a href="http://www.vodafone.pt/main/Particulares/tv-net-voz/Videoclube.htm" target="_blank">Vodafone</a>,  e outros que tais, para se perceber que, tal como em qualquer outro tipo  de negócio, o comodismo associado é arrasador quando confrontado com o  ter de se deslocar fisicamente um videoclube para requisitar um filme,  que até pode lá não existir ou estar alugado nesse momento, e ainda ter  de lá voltar para o devolver.</p>
<p style="text-align: left;">Alem  disso os DVD’s são por si só também um entrave à experiência do  utilizador, como exemplificado numa famosa imagem comparativa e à qual  agora se pode aliar uma nova:<img style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" src="/wp-content/uploads/2010/09/videoclube_passoapasso.jpg" alt="Propaganda videoclubes" /></p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.acapor.pt/" target="_blank">ACAPOR</a> tem com estas medidas um comportamento de avestruz moribunda, que ao mesmo tempo enfia a cabeça na areia, ao ignorar o verdadeiro “inimigo”, e ataca, qual animal ferido, o que mais lhe está à mão e mais lhe apazigua o pânico de se confrontar com a sua extinção eminente.</p>
<p style="text-align: justify;">Também não consegue compreender a inutilidade de tentar bloquear sites como o  <a href="http://thepiratebay.org" target="_blank">Pirate Bay</a> (que actuam apenas como motores de busca mais especializados, não contendo eles próprios nenhum material) uma vez que essas  funcionalidades são disponibilizadas por inúmeros outros e inclusive  pelo maior de todos, o <a href="http://torrentfreak.com/google-filetypetorrent/" target="_blank">Google</a>! (e para quando um pedido para o bloquear também?)<br />
 Se  as mentes retrogradas por trás deste tipo de iniciativas de censura  ridículas tivessem um bocado mais de sensibilidade comercial talvez  conseguissem entender que quem utiliza a partilha <em>online </em>dificilmente ou  até nunca seria seu cliente caso esta fosse banida, voltando-se antes  para a gravação a partir da TV ou pela partilha directa entre amigos  como é feita desde tempos imemoriais. Talvez conseguissem perceber que o  seu mercado são aquelas pessoas que não estão para essas chatices da  Internet e dos computadores, que querem é sentar-se calmamente no sofá  da sala a ver o seu filme sem grandes complicações e estão dispostas a  pagar por isso. Talvez conseguissem acordar para o facto de que foram  ultrapassados pela própria TV que agora fornece a estes clientes  videoclubes em forma de telecomando e à distancia de um botão. Talvez  conseguissem admitir que foi a sua própria inactividade e falta de visão  que deixou o espaço aberto para que esse lugar na TV fosse ocupado  pelos fornecedores de IPTV.</p>
<p style="text-align: justify;"><img style="float: right; margin: 10px;" title="Avestruz" src="/wp-content/uploads/2010/09/035ostrich_468x538.jpg" alt="Avestruz" width="210" height="241" />Infelizmente,  como todas as mentes retrogradas o comportamento é sempre o mesmo. A  industria musical quando confrontada com o <a href="http://www.napster.com" target="_blank">Napster</a> só descansou quando o  destruiu, e com isso só conseguiu multiplicar exponencialmente os  sítios de oferta gratuita e perder o comboio da oferta comercial, que  chegou com o iTunes. A <a href="http://www.acapor.pt" target="_blank">ACAPOR</a> consegue fazer pior&#8230;já perdeu o comboio  comercial e mesmo assim ainda se concentra naquilo que nunca conseguirá  destruir e sim multiplicar com a sua publicidade gratuita.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes  alegados processos apenas visam criar mediatismo e não proteger o  consumidor. Recorrer aos tribunais com o objectivo de lançar a confusão e  intimidar as pessoas revela uma profunda falta de respeito para com as  instituições democráticas. A justiça portuguesa não necessita de ser  mais descredibilizada do que já está.<br />
 Mesmo  que a censura ao <a href="http://thepiratebay.org" target="_blank">Pirate Bay</a> e ao <a href="http://www.piratatuga.net/" target="_blank">Pirata Tuga</a> se venha a concretizar o  fácil acesso estes sites e respectiva informação continua a ser  possível, uma vez que os ficheiros não estão alojados em quaisquer sites  de hospedagem de arquivos mas sim numa rede descentralizada de  utilizadores. Ou seja trata-se de uma acção sem razão de ser e sem  pernas para andar, acabando por se tornar apenas um vago acto de  censura.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta  insistência em censurar o P2P por supostos danos é uma tentativa vã de  enganar os portugueses e evitar que estes ingressem no novo paradigma de  acesso à cultura. A partilha <em>online </em>permite difundir amplamente as mais diversas obras, o que provoca um  enriquecimento cultural nunca antes visto. No entanto como este serviço é  feito gratuitamente, entidades como a <a href="http://www.acapor.pt/" target="_blank">ACAPOR</a> não compreendem este  fenómeno de partilha na medida em que não lhes interessa que todos  tenham acesso à cultura de forma livre e gratuita mas sim que o acesso à  cultura esteja dependente do seu próprio lucro.</p>
<p style="text-align: justify;">No  mesmo comunicado gabam-se de serem a primeira entidade portuguesa a  requisitar um bloqueio de sites alojados fora do país. Não só esta  afirmação é <a href="http://www.publico.pt/Tecnologia/pt-notificada-para-barrar-acesso-a-27-sites-piratas_1395969" target="_blank">falsa</a>,  como prova pelo menos uma de duas realidades, se não as duas em  simultâneo: Ou a <a href="http://www.acapor.pt" target="_blank">ACAPOR</a> está tão desligada da realidade que a rodeia a  ponto de se permitir a esta afirmação que a ridiculariza ainda mais; ou a  <a href="http://www.acapor.pt" target="_blank">ACAPOR</a> mostra como está disposta a mentir com todos os dentes, que já  não tem, em qualquer aspecto que torne o comunicado mais  sensacionalista, comprometendo todo e qualquer argumento aí contido.  Alie-se a isso o orgulho mostrado em erguer o grande lápis azul da  censura internacional, e temos revelada a mentalidade mesquinha e  retrograda de quem só sabe reagir às adversidades com proibições, de  quem não sabe evoluir com os tempos e adaptar-se às novas realidades. <br />
 Mas a esta medida está reservado o sucesso dos mesquinhos, e ao invés de uma “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Golden_Shield_Project" target="_blank">Great Firewall of China</a>” ou similares da Coreia do Norte e Irão, esta falsa iniciativa em nome da protecção dos lucros  da afamada “propriedade intelectual” nem uma barragem de palitos irá  conseguir erguer que impeça o fluxo cultural livre que a Internet  proporciona.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota de redacção:</strong> “P2P” refere-se à palavra estrangeira “peer to peer” (ponto a ponto em português), o conceito por detrás de inúmeras tecnologias e protocolos de partilha de ficheiros e informações.</p>
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		<title>A outra face da moeda</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 17:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>No passado dia 26 de  Junho, o programa <a href="http://sic.sapo.pt/online/noticias/programas/falarglobal/" target="_blank">Falar Global</a> da SIC Noticias focou-se no tema da   “Pirataria Informática”, onde se esperaria uma abordagem jornalística   mais abrangente que debatesse todos os pontos de vista sobre este vasto   tema. A realidade seria um pouco diferente.</p>
<p>No inicio do programa o  apresentador começa imediatamente a divulgar  as supostas perdas da  “pirataria”, na ordem de 174 milhões de euros  segundo a Associação  Portuguesa de Software (ASSOFT), indicando que se  iria “dar rosto às  vítimas da pirataria” na peça seguinte.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;">No passado dia 26 de  Junho, o programa <a href="http://sic.sapo.pt/online/noticias/programas/falarglobal/" target="_blank">Falar Global</a> da SIC Noticias focou-se no tema da  “Pirataria Informática”, onde se esperaria uma abordagem jornalística  mais abrangente que debatesse todos os pontos de vista sobre este vasto  tema. A realidade seria um pouco diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">No inicio do programa o  apresentador começa imediatamente a divulgar as supostas perdas da  “pirataria”, na ordem de 174 milhões de euros segundo a Associação  Portuguesa de Software (ASSOFT), indicando que se iria “dar rosto às  vítimas da pirataria” na peça seguinte.<span id="more-909"></span></p>
<p style="text-align: center;">
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<br />
<a href="http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/Falar+Global/2010/6/a-pirataria-informatica28-06-2010-14594.htm" target="_blank">Clique aqui para ver o vídeo no site original (numa nova janela).</a></p>
<p style="text-align: justify;">A peça começa com uma  propaganda americana indicando que a realização de “downloads ilegais”  resulta na escassez de dinheiro para pagar os empregos de muitas  pessoas, em primeiro plano os empregos dos que participam na criação de  filmes. É realmente muito nobre e comovente, mas esquecem-se de explicar  como se realiza a substituição da experiência de ida ao cinema com o <em>download</em>. As muitas lotações  esgotadas e os orçamentos cada vez maiores na realização de filmes  parecem contradizer estas afirmações, mesmo em altura de crise onde  surgem filmes que batem recordes de audiência e arrecadam lucros enormes  somente em salas de cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">Analisando os dados das perdas da industria  nacional, onde se afirma que esta foi lesada em 174 milhões de euros com  a afamada “pirataria informática”, indicando que 54% do software  existente em Portugal é “pirata”, em que é que se baseiam para tal  afirmação? Qual é a amostra? 10 pessoas, 100 pessoas, 10 milhões de  pessoas? Quem é que no seu perfeito juízo iria indicar que usa software  pirata descaradamente? Hoje em dia a maior parte do software comercial  existente possui uma concorrência directa constituída por produtos  idênticos de distribuição livre e/ou gratuita. Como se pode afirmar tão  acertadamente que X euros são perdidos devido à razão Y, quando os  produtos não são escoados na sua totalidade? Tal é a dificuldade para  realizar o cálculo que nem as associações de software se entendem. Por  exemplo, a Business Software Alliance aponta o valor da “pirataria” em  Portugal em 40%, ou seja 14 pontos percentuais abaixo do valor reclamado  pela sua congénere Portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/07/windows-shot.png"><img class="alignright size-full wp-image-915" title="windows-shot" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/07/windows-shot.png" alt="" width="200" height="150" /></a>Os mesmos dados referem que desses supostos  174 milhões de euros cerca de 35 milhões são hipotéticas perdas do  estado em impostos não cobrados. Trata-se de um estado que não tem pudor  nenhum em <a href="http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2010/03/03/generosas-doacoes/" target="_blank">gastar em concreto cerca de 130 milhões de euros a mais nos  programas do E-escolas e E-escolinhas só nos pacotes do Windows e do MS  Office</a> em vez de se  concentrar nas alternativas de software aberto e livre. Se o objectivo é  educar as pessoas para não se usar software pirata então o melhor seria  começar a educá-las nas alternativas existentes quando os seus  orçamentos não lhes permitem ter as opções comerciais?</p>
<p style="text-align: justify;">Como <a href="http://partidopiratapt.eu/arquivos/609" target="_blank">já foi referido</a>, a falência dos  clubes de vídeo não é exclusiva dos afamados “downloads ilegais”, o  problema remonta a um modelo de negócio dos anos 80/90 que actualmente  tem vindo a deixar de fazer sentido por se encontrar “estagnado no  tempo”.<br />
 No  entanto a culpa é apontada na sua íntegra aos <em>downloads </em>e à Internet por  variadas associações que infrutuosamente se preocupam em defender lobbies e monopólios com a  sua pele de cordeiro ao invés de apostarem e divulgarem novos modelos de  negócio que beneficiem realmente tanto estas entidades, o Estado e os  consumidores, respeitando os direitos de cada cidadão.</p>
<p style="text-align: justify;">Vem também ao ar a  discussão da ilegalidade do <em>upload </em>ou <em>download </em>contando com uma curta intervenção do nosso  representante que muito sucintamente explica que o famoso “download  ilegal” não existe, ficando a ilegalidade em quem disponibilizou o  conteúdo publicamente sem ter permissão ou licença para tal.<br />
 Quem está a usufruir  de um serviço disponibilizado, não tem como saber se quem o disponibiliza  está autorizado a fazê-lo ou não e nunca pode ser responsabilizado por  isso. Por exemplo, num serviço de partilha de multimédia tão conhecido  como o <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">Youtube </a>há versões  oficiais e não autorizadas de videoclips e o utilizador não pode ser  responsabilizado se ao fazer uma pesquisa acabar por escolher ver a  versão ilegal do mesmo vídeo. A ilegalidade, ou não, estará sempre do  lado de quem disponibiliza e nunca do lado de quem usufrui.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem são os  verdadeiros lesados (pelos <em>downloads </em>supostamente ilegais)?<br />
 Os verdadeiros lesados  são os grandes intermediários, as editoras e associações que vivem à  custa de um modelo de negócio obsoleto de exploração comercial dos  artistas e que, por isso mesmo, se organizam em lobbies que atacam  ferozmente qualquer tipo de partilha cultural. A recusa irracional em  aderir aos novos paradigmas tecnológicos permitiu o crescimento não só  da partilha sem fins comerciais, mas também de modelos de negócio  comerciais alternativos ao monopólio destas associações de  intermediários obsoletos. As editoras musicais perderam mercado para  plataformas como o iTunes, os videoclubes tradicionais perderam mercado  para as plataformas de IPTV com video-on-demand, as editoras de software comercial  estão a perder o mercado para o software livre. São estes alguns dos  verdadeiros concorrentes dos modelos de negócio obsoletos, e  completamente legais.</p>
<p style="text-align: justify;">O ideal seria perguntar quem são os  verdadeiros lesados pelos modelos obsoletos que condenam inúmeras obras  culturais, que perderam o seu potencial lucrativo, aos arquivos onde são  vetadas ao esquecimento e deterioração irreversível. A resposta é  simples, todos nós e a Cultura em si.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/07/tux_pirata.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-916" title="tux_pirata" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/07/tux_pirata-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Finda a peça jornalística, inicia-se  uma entrevista excessivamente densa com Manuel Cerqueira, presidente da  ASSOFT, afirmando, perto do início, que o <em>download </em>põe em risco o seu computador, como  se a propagação de vírus e outros tipos de software malicioso não  pudesse ocorrer por email, pelas redes sociais ou outros sítios  insuspeitos. A solução para esta situação é simples, e aconselhada para  qualquer pessoa que consulta o seu email ou faz qualquer outra  actividade banal recorrendo à Internet: instalar um software Antivírus  no seu computador, e ter cuidado com os dados descarregados da Internet,  observando por exemplo o <em>feedback </em>de outras pessoas, semelhante ao que nós  todos deveríamos já realizar passivamente contra as publicidades e <a href="http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/Falar+Global/2010/6/a-pirataria-informatica28-06-2010-14594.htm" target="_blank">propagandas</a> divulgadas no dia-a- dia nos mais variados meios de comunicação da actualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Manuel  Cerqueira, existem dois tipos de “Piratas Informáticos”: o “pirata” que  usufrui do <em>download </em>para beneficio próprio e o “pirata” que lucra  comercialmente, ambos rotulados de forma igual e inseridos no mesmo  saco. Os únicos piratas aqui são aqueles que lucram ilegalmente com a  comercialização de material sem licença ou direitos para tal, algo que o Partido Pirata Português (PPP) <span style="text-decoration: underline;">repudia</span> totalmente!</p>
<p style="text-align: justify;">Um pouco mais à frente  admite que só se pode apanhar um pirata informático com uma invasão da  nossa privacidade. Fala-se nos Fornecedores de Serviços de Internet &#8211; os <em> ISPs </em>– mas não se  explicita que as soluções para estes impedirem o “download ilegal”  passam pela filtragem e monitorização das acções e dados entre os  computadores dos clientes e a Internet, ou seja, recorrendo a um esquema  que envolve um grande investimento por parte do <em>ISP </em>para invadir  ilegalmente (actualmente) a privacidade dos clientes. Passaria a ser  mais uma potencial razão para não querer aceder ao seu banco e efectuar  transacções online.</p>
<p style="text-align: justify;">Fala-se em  sensibilizar e ensinar às crianças que o <em>download </em>prejudica, quando se  deveria pensar e actuar para melhorar a qualidade do nosso ensino básico  e secundário, ao invés de limitar o acesso à  cultura e ao mundo, importantes ao desenvolvimento cognitivo das  crianças.<br />
 Continua-se  cada vez mais a praticar preços exorbitantes no mercado do  áudio-visual, estando estes cada vez mais desajustados face ao salário  médio português. O acesso à cultura deveria ser mais importante que os  lucros que qualquer entidade deseje manter. Tal como a vida, a cultura  não deveria ter preço.</p>
<p style="text-align: justify;">Indica-se, posteriormente, que são poucos os  condenados por crimes de usurpação de direitos de autor. Mas os poucos  são muitos, tantos que já se <a href="http://tek.sapo.pt/noticias/negocios/governo_avanca_com_criacao_de_tribunal_para_p_1060172.html" target="_blank">pretende criar um tribunal propositadamente para este  tipo de crimes e descongestionar os restantes tribunais</a>. Por enquanto a  maioria aparentam ser crimes em que os autores tentam lucrar com vendas  de cópias, portanto condenações bem aplicadas. Quanto ao dizer que estes  processos não dão em nada por não serem crimes de sangue, estará a  querer indicar-se que estes deveriam ser mais graves que a própria vida  humana?</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao facto  indicado de os juízes e procuradores do Ministério Público estarem pouco  esclarecidos para esta temática da “Pirataria Informática”, este é  irrelevante. Eles devem apenas apurar o grau de culpabilidade aplicando a  lei, não devendo ultrapassar as suas competências. Se a lei se  encontrar incorrecta ou incompleta, esta deverá ser contestada pelos  cidadãos e corrigida pelos órgãos competentes, não cabendo essa tarefa  aos juízes.</p>
<p style="text-align: justify;">Diz ainda o  entrevistado que a a pirataria de software é mais gravosa que a própria  droga&#8230; Sinceramente, desde quando a utilização ilegal de software  pirata provoca danos irreparáveis nas pessoas? O consumo de droga é um  flagelo enorme e afirmações como estas só provam o grau de desespero e  desonestidade intelectual a que se recorre ao tentar proteger o  verdadeiro interesse de quem as profere, o dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/07/opensource_logo.gif"><img class="size-medium wp-image-917 alignright" title="opensource_logo" src="http://partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/07/opensource_logo-300x258.gif" alt="" width="199" height="171" /></a>Quanto à opinião do  convidado sobre o nosso movimento (PPP), é dito a “esses senhores” (nós)  que “a ciência para fazer software não se apanha das árvores” e que  “obriga a muito estudo, obriga a mentes brilhantes, e obriga a muito  investimento”.<br />
 Pois bem, os “senhores” deste movimento, sobretudo parte dos  membros que constituem o núcleo mais activo do mesmo, trabalham na área  de Engenharia Informática, logo não precisam deste tipo de lições sobre a criação de software, mas agradecem o elogio <img src='http://www.partidopiratapt.eu/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Aproveitando também as  palavras de membros recém-chegados à nossa comunidade, “mentes  brilhantes” não podem ser confundidas com lucros astronómicos de  empresas que multiplicam por mil o valor real das coisas!</span></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, muitas  dessas mentes investem horas dos seus tempos livres para projectos de  software gratuito partilhando o seu conhecimento científico e aprendendo  coisas novas com os seus pares, produzindo ao mesmo tempo alternativas  de grande qualidade a quase todos os tipos de software comercial  existente. Este espírito, que tudo tem a ver com o PPP, não só ajuda em  todos esses aspectos pessoais referidos pelo convidado como ainda  incentiva a evolução científica, aumentando sempre a barra a atingir pelo  software comercial para se manter viável.</p>
<p style="text-align: justify;">O convidado poderia  ter respondido directamente à questão ao invés de se esquivar.</p>
<p style="text-align: justify;">Concluindo, e com uma  opinião que pode ser livremente copiada, já estamos fartos de  propagandas falaciosas, onde apenas se observa uma das faces da moeda, a  face onde variadas associações assentam com peles de cordeiro e  supostamente em prol de todos, quando na verdade apenas defendem os  maiores e os mais abastados. O que assistimos diariamente é a ataques  injustificáveis à livre propagação da cultura e do conhecimento. Estamos  cansados de interesses económicos de empresas que se recusam a  adaptar-se às realidades do tempo em que vivemos, onde pretendem  transformar a grande maioria da população mundial em criminosos. Estamos  fartos de ver direitos fundamentais atacados e reduzidos ou anulados  para proteger quem não se actualiza. Em nome de interesses comerciais,  quer-se invadir a nossa privacidade e sabotar o direito à comunicação. E  qual a razão? Porque paranoicamente se assume que eventualmente nessas  comunicações privadas poderá vir a existir uma partilha de conteúdos que  infrinjam direitos de autor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PS</strong>: Caso ainda não tenha reparado, aproveite  para <a href="http://partidopiratapt.eu/politica/manifesto-ppp" target="_blank">visualizar o nosso <strong>manifesto</strong></a>.</p>
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		<title>ACAPOR &#8211; 24 horas de downloads ilegais</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 17:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Anteontem, dia 20 de Janeiro de 2009, a Associação de Comércio Audiovisual de Portugal (ACAPOR), juntou-se em Lisboa, no Largo de Camões, onde montou uma barraquinha para protestar contra a &#8220;pirataria online&#8221; que afirma estar a &#8220;destruir&#8221; o negócio dos videosclubes que representa. Munidos de um portátil e uma placa de banda larga móvel para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p id="magicdomid2" style="text-align: justify;">Anteontem,  dia 20 de Janeiro de 2009, a <a href="http://www.acapor.pt/html/destaques.php?destaque_id=260" class="broken_link"><span style="text-decoration: underline;">Associação de Comércio Audiovisual de  Portugal (ACAPOR)</span></a>, juntou-se em Lisboa, no Largo de Camões, onde montou  uma barraquinha para protestar contra a &#8220;pirataria online&#8221; que afirma  estar a &#8220;destruir&#8221; o negócio dos videosclubes que representa.</p>
<p id="magicdomid4" style="text-align: justify;">Munidos de um  portátil e <a href="http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/24_horas_de_downloads_ilegais_contra_a_pirata_1041944.html" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">uma placa de banda larga móvel para uma maratona simbólica de  24 horas a &#8220;sacar filmes&#8221;, mostrando que estão a levar a  efeito uma  actividade ilegal sem que as autoridades tomem qualquer atitude</span></a>, sentido-se eticamente autorizados  para realizar tais actos considerados ilegais.</p>
<p id="magicdomid6" style="text-align: justify;">Relembramos que  os clubes de vídeo tiveram a sua maior expansão na altura em que se  faziam copias ilegais a partir de vídeo-cassetes alugadas nos mesmos.  Com o recente progresso tecnológico, deixou de fazer sentido dirigir-se  aos clubes de vídeo para esse fim, uma vez, que com meia dúzia de  cliques pode-se fazer o mesmo com qualidade similar mas a menores  custos.</p>
<p id="magicdomid8" style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="padding: 4px;" src="/wp-content/uploads/acapor_protesto.png" alt="barraquinha da ACAPOR" width="180" height="312" />Os videoclubes  estão ultrapassados, estagnados no tempo e tentam sobreviver com modelos  de negócio impróprios para esta época. Torna-se, pois, fundamental  adaptar os modelos de negócio aos tempos actuais e aproveitar o  potencial das novas tecnologias ao invés de esperar que se criem e  apliquem leis e/ou se adoptem medidas ineficazes que apenas servirão  como remendo temporário.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Consideramos  totalmente inapropriado, apontar o dedo só à &#8220;pirataria online&#8221; como o  único causador da falência dos videoclubes e lojas semelhantes, quando  existem cada vez mais serviços de &#8220;Video On Demand&#8221; disponibilizados  pelos fornecedores de televisão, que permitem visualizar um filme a  preços semelhantes ou mesmo mais baixos, com um simples clique de um  botão, sem sair do conforto da nossa casa e sem preocupações de prazos  de devoluções.<br />
 É fácil de entender a razão destas  falências, colocando-se na posição de um consumidor em que pode optar  por:</p>
</div>
<ul style="text-align: justify;">
<li>dirigir-se  à loja mais próxima =&gt; alugar o filme =&gt; voltar para casa =&gt;  visualizar =&gt; devolver no dia a seguir, dirigindo-se novamente à loja; </li>
<li>sentar-se no sofá =&gt; pegar no  telecomando =&gt; escolher o  filme =&gt; visualizar; </li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Existem  serviços de &#8220;Video On Demand&#8221; que ainda disponibilizam descodificadores  digitais com possibilidade de gravar inúmeras horas de vídeo para  visualizar mais tarde e as vezes que o consumidor o desejar.</p>
<p id="magicdomid19" style="text-align: justify;">Empresas como o  google já aprenderam há muito a adaptarem-se à realidade actual e a  tirar partido da Internet e das suas liberdades inerentes. Exemplo disto  é o Youtube, uma plataforma de partilha de vídeos disponibilizados  pelos utilizadores de forma gratuita, que se encontra em permanente  evolução: recentemente com divulgação de concertos ao vivo e <a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4217916-EI4802,00.html" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">futuramente  com serviços de aluguer de vídeo</span></a>. Mais uma prova que os modelos de  negocio dos videoclubes actuais estão estagnados no tempo, enquanto  outros aproveitam as tecnologias para seu beneficio ao invés de apontar  armas ao governo e culpar  a &#8220;pirataria online&#8221;.</p>
<p id="magicdomid21" style="text-align: justify;">Questionamos  como a ACAPOR e seus associados pensam acabar ou diminuir a tal  &#8220;pirataria online&#8221;?</p>
<div id="magicdomid23" style="text-align: justify;">
<p>Recorrendo a  novas leis que cortem o acesso à Internet e criminalizando do <em>download </em>ilegal?<br />
 Para criminalizar um individuo é  necessário provas! A não ser que se desrespeite todo um conjunto de  direitos do cidadão, entre eles o direito à presunção de inocência.</p>
</div>
<div id="magicdomid26" style="text-align: justify;">
<p>E como obter  tais provas? Para tal, é necessário proceder à escuta de tráfego dos  consumidores, tarefa deveras bastante complexa e imensurável, sendo  necessário uma enorme capacidade de computação e de recursos humanos.<br />
 Não  existindo algoritmos de filtragem ou identificação de tráfego  minimamente fiáveis. O acto de filtragem ou de identificação de  infractores torna-se bastante duvidoso e evolve um enorme investimento  de recursos. Investimento que poderia ser utilizado em outras áreas de  longe mais importantes.</p>
</div>
<div id="magicdomid29" style="text-align: justify;">
<p>Para  os leitores que julguem ser possivel fazer tal filtração ou  identificação facilmente, fornecemos a seguinte explicação: Quando se  descarrega um ficheiro da Internet ou pela rede, este não vêm inteiro  pelo cabo, sendo fragmentado em milhares ou milhões de pacotinhos de  dados para viajar pela rede. Estes pacotinhos também não chegam ao nosso  computador sequencialmente num ficheiro, sendo intercalado por outros  pacotes de rede provenientes das mais variadas aplicações no computador,  entre eles serviços do sistema operativo, clientes, mensagens  instantâneas, navegador de Internet, etc. resultando numa &#8220;salada russa&#8221;  de pacotes a sair e a entrar no nosso PC pelo cabo de rede. Agora basta  juntar centenas de utilizadores ligados ao <em>ISP </em>(acrónimo para Fornecedor Serviço de Internet)  e tentar analisar esta enorme &#8220;mistela&#8221; de dados a passar a velocidades  próximas da luz pelo servidor de Internet.</p>
</div>
<div id="magicdomid31" style="text-align: justify;">
<p>Por  consequência, qualquer filtragem realizada para impedir o <em>download </em>ilegal seria ineficaz e iria causar o bloqueio de tráfego legitimo e  legal, algo próximo da censura na Internet.</p>
</div>
<div id="magicdomid33" style="text-align: justify;">
<p><img class="alignleft" style="padding: 4px;" src="/wp-content/uploads/acapor_protesto2.png" alt="&quot;por uma internet livre&quot;" width="93" height="150" />Consideramos  uma enorme falsidade e um escândalo o facto da manifestação da ACAPOR  envergar-se aplacares e panfletos com a frase &#8220;por uma internet livre&#8221;,  quando na realidade o objectivo desse mesmo protesto é lutar contra o  &#8220;<em>download </em>ilegal&#8221; que resultará na censura e atentados contra os  direitos dos consumidores e sua privacidade. Lamentamos que se recorra a  falsos sloganes de liberdade para beneficio comum de <em>lobbies </em>e seus  monopólios.</p>
</div>
<div id="magicdomid35" style="text-align: justify;">
<p>A  ACAPOR  atira pedras a telhados de vidro. Não estando preocupados com a prática  do crime de &#8220;pirataria&#8221;, mas sim com o problema da &#8220;pirataria&#8221; já  não  os financiar economicamente. Como tal vestem a pele de cordeiro e   fazem-se de coitadinhos marcando encontros com partidos e organizando  estas infelizes manifestações.</p>
</div>
<div id="magicdomid37" style="text-align: justify;">
<p>Mas o  problema não está na ACAPOR que está a fazer, por assim dizer, o seu  trabalho (sujo), o problema está  em quem lhes dá crédito, em quem é  levado a crer que esta entidade actua de boa fé.</p>
</div>
<div id="magicdomid39" style="text-align: justify;">
<p>Obviamente,  que estas entidades são <a href="http://remixtures.com/2009/10/pirataria-da-mais-dinheiro-a-ganhar-aos-detentores-de-direitos-do-que-downloads-legais/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">um negócio montado para a falsa protecção dos  direitos de autor, cobrando toda a sorte de taxas para criar a falsa  ilusão de que o autor está protegido</span></a>. Quando perante as novas tecnologias  este modelo de protecção de autor é praticamente impossível.</p>
</div>
<div id="magicdomid41" style="text-align: justify;">
<p>Uma vez, que  não conseguem legitimar mais o seu negócio pressionam o governo e  Assembleia da República para que tome medidas abusivas, como o corte  ilegítimo e sem meios de prova da Internet.</p>
</div>
<div id="magicdomid43" style="text-align: justify;">
<p>Importa, pois,  denunciar os caminhos traiçoeiros que a ACAPOR tenta delinear aos seus  associados e alertar que a solução para este complexo problema não está  na exclusão tecnológica feita por instituições adoc, sem que se garanta  quaisquer oportunidade de defesa, negando-se os mais básicos direitos  humanos.</p>
</div>
<div id="magicdomid45" style="text-align: justify;">
<p>A solução está  sim, em se potenciar a Internet como mecanismo de aproximação dos  povos. Devendo esta funcionar como distribuidora de cultura,  informação e ideias, de forma livre e igualitária.</p>
</div>
<div id="magicdomid47" style="text-align: justify;">
<p>Convidamos  todos os nossos leitores a deixarem a  sua sincera opinião relativamente a esta manifestação da ACAPOR e os seus reais objectivos, de forma a que seja denunciado  por todos esta verdadeira falta de bom senso desta entidade.</p>
<p><strong>(Imagens obtidas via <a href="http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/24_horas_de_downloads_ilegais_contra_a_pirata_1041944.html" target="_blank">TEK-Sapo</a>)</strong></p>
</div>
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