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	<title>Movimento Partido Pirata Português &#187; indústria</title>
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		<title>Bufos Reais</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 08:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bufos Reais, ou Como o Programa de Governo possibilita a implementação de um Novo Estado Big Brother mais invasivo que o regime do Estado Novo. &#160; Foi divulgado na semana passada o Programa do XIX Governo Constitucional, e o Movimento Partido Pirata Português não podia deixar de o escrutinar cautelosamente. É já praticamente no fim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><h1 id="internal-source-marker_0.825694516999647" style="text-align: center;" dir="ltr"><span style="font-family: georgia, palatino;"><em><span style="font-size: xx-large;">Bufos Reais,</span></em></span></h1>
<h3 style="text-align: center;" dir="ltr"><span style="font-family: georgia, palatino;"><em>ou</em></span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino;"><em> Como o Programa de Governo possibilita a implementação de um</em></span><br />
<span style="font-family: georgia, palatino;"><em> Novo Estado Big Brother mais invasivo que o regime do Estado Novo.</em></span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr"><a href="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/07/revisaoconstitucionalmira.png"><img class="alignright size-full wp-image-968" title="revisaoconstitucionalmira" src="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2010/07/revisaoconstitucionalmira.png" alt="" width="256" height="192" /></a>Foi divulgado na semana passada o <a href="http://economico.sapo.pt/public/uploads/PROGRAMA_DO_XIX_GOVERNO_CONSTITUCIONAL.pdf" target="_blank">Programa do XIX Governo Constitucional</a>, e o Movimento Partido Pirata Português não podia deixar de o escrutinar cautelosamente.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">É já praticamente no fim, na página 126 que encontramos um parágrafo especialmente perturbador no que respeita ao direito à reserva da intimidade da vida privada de todos os cidadãos, protegida pelo <a href="http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/ConstituicaoRepublicaPortuguesa.aspx#art26" target="_blank">artigo 26º da Constituição da República Portuguesa</a>, e mais uma vez com a desculpa da “pirataria”:</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;" dir="ltr"><em>“O Governo compromete-se, num prazo razoável de seis meses a um ano, a elaborar legislação sobre o combate às várias formas de pirataria  – e a promover regulação eficiente e <strong>mecanismos de monitorização</strong> de acordo com as estratégias entretanto definidas pela Comissão Europeia.”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/big-brother-computer-surveillance.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1684" title="big-brother-computer-surveillance" src="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/big-brother-computer-surveillance.jpg" alt="" width="276" height="173" /></a>Tal como a maior parte do Programa do Governo este parágrafo é suficientemente vago para que as verdadeiras intenções nele escondidas passem despercebidas aos mais desatentos.</p>
<p style="text-align: justify;">E perguntarão vocês: «Qual o verdadeiro significado de “<em><strong>monitorização</strong></em>” no dicionário do PSD e de que “<em><strong>mecanismos</strong></em>” estarão a falar?»</p>
<p style="text-align: justify;">Para compreender melhor o significado deste parágrafo temos de recuar 2 anos para ouvir as intervenções do ex-director geral da Polícia Judiciária e deputado do PSD, Fernando Negrão, na reunião plenária da Assembleia da Republica de 9 de Julho de 2009:</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;" dir="ltr"><em>“Porque é que não foi contemplado neste diploma, a possibilidade das entidades de investigação criminal <strong>introduzirem aquilo a que podemos designar um Cavalo de Tróia informático</strong> em determinado <strong>sistema que esteja sob investigação</strong> para poder <strong>obter informação contínua e em tempo real</strong> e facilitar as investigações criminais designadamente através dos meios informáticos.”</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;" dir="ltr"><em>“Porquê não a <strong>criação de um novo tipo legal de crime</strong> que facilitaria a investigação criminal no sentido de <strong>introduzir Cavalos de Tróia informáticos nos sistemas informáticos</strong> no sentido de facilitar a investigação criminal.”</em></p>
<p><center><object width="425" height="349">
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<a href="http://www.livestream.com/partidopirataportugues/video?clipId=flv_f43f3ef8-5b00-4035-b360-4ef6a045ed0a" target="_blank">Debate completo da Proposta de Lei 289/X/4</a></center></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/trojan-horse2.jpg"><img class="size-full wp-image-1690 alignleft" title="trojan-horse2" src="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/trojan-horse2.jpg" alt="" width="203" height="162" /></a>Ou seja, o que é proposto de uma forma vaga sob a designação de “<em><strong>mecanismos de monitorização</strong></em>” é, a confiar nas palavras do próprio PSD, nada mais nada menos que a possibilidade de instalar nos computadores pessoais, de uma forma encapotada e pelos mesmos meios que são espalhados os vírus informáticos, software que permita ao Estado espiar tudo o que os Cidadãos fizerem na sua vida privada.</p>
<p style="text-align: justify;">Perguntarão de novo: «Mas isto não é só para “<em><strong>sistemas que estejam sob investigação</strong></em>”? E não é só para casos criminais? Porque é que todos nós estaríamos sob vigilância?»</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/download.jpg"><img class="size-full wp-image-1691 alignright" title="download" src="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/download.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a>A resposta é dada pela perversão maquiavélica da Lei através da repetição ad nauseam de noções completamente erradas do que constitui um certo tipo de crime e de quem o pratica,<br />
O que permite que todos os Cidadãos sejam suspeitos, e portanto possam ser colocados sob vigilância permanente, é a repetida falácia a que se achou por bem chamar de “<strong>downloads ilegais</strong>”. Os lobbies das industrias distribuidoras de conteúdos inventaram este termo falso e fazem pressão desde há muito tempo para que os políticos legisladores o adoptem como uma realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A realidade é que não existe qualquer fundamento legal para que um “<strong>download</strong>” possa sequer ser considerado ilegal! E desafiamos quem quer que seja a provar o contrário com os artigos específicos da Lei Portuguesa que o sustentem!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/pirteradio.jpg"><img class="size-full wp-image-1688 alignleft" title="pirteradio" src="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/pirteradio.jpg" alt="" width="198" height="255" /></a>O que existem, e apenas por inferência lógica, são “<strong>uploads</strong>” ilegais! Um exemplo extremamente simples para compreender a diferença é o das rádios piratas do final do século XX. As rádios piratas cometiam uma ilegalidade ao transmitir musicas sem a autorização devida. O que elas faziam era um “<strong>upload</strong>” ilegal através das ondas hertzianas e, uma vez difundido esse “<strong>upload</strong>”, qualquer pessoa com um simples rádio podia fazer um “<strong>download</strong>”, perfeitamente legal, através das ondas hertzianas e ouvir essas músicas. Ninguém era pirata por ouvir ou cometia qualquer ilegalidade ao fazê-lo, não havia “<strong>downloads ilegais</strong>”.<br />
O que se passa hoje em dia só precisa que se troque “ondas hertzianas” por “internet”, mas uma coisa permanece imutável, a não existência, com qualquer base legal, dos mal-afamados “<strong>download ilegais</strong>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente a maior parte dos políticos que temos são facilmente influenciáveis quando os seus interesses pessoais são estimulados ou postos em causa, como prova este governo ao sucumbir às movimentações de ultima hora contra a nomeação de Bernardo Bairrão como secretário de estado, e a pressão dos lobbies é, e será sempre, incansável e implacável.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/big-brother-is-watching-you3.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1696" title="big-brother-is-watching-you3" src="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/big-brother-is-watching-you3.jpg" alt="" width="223" height="230" /></a>Sendo assim, a falácia dos “<strong>downloads ilegais</strong>” e a noção de que todos se podem tornar suspeitos de o fazer com uma mera denuncia, de quem quer que seja e contra quem quer que seja, permite que todos possam ser “<em><strong>monitorizados</strong></em>” já que a usurpação de direitos de autor é crime, e como tal, sujeito a investigação criminal.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que o “quê” e o “porquê” da “<em><strong>monitorização</strong></em>” estão explicados, convêm explicar também com mais detalhe o “quem” e o “como”.</p>
<p style="text-align: justify;">«Sabemos que será por “<strong><em>Cavalos de Tróia informáticos</em></strong>”, mas quem os entregará? E não seriam identificados pelos antivírus e software similares?»</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1692" title="financas" src="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/financas.jpg" alt="" width="229" height="215" /></p>
<p style="text-align: justify;">O “quem”, sendo na sua forma mais abrangente o próprio Estado, pode em particular ser qualquer meio informático sob o controle do Estado. A partir desse momento, qualquer site do Estado, ou qualquer email oficial de uma entidade do Estado poderá ser usado como “<em><strong>Cavalo de Tróia</strong></em>” para difundir os “<em><strong>mecanismos de monitorização</strong></em>”. Porque o objectivo é mesmo esse, o da dissimulação através de meios legítimos, e não seria um email da Policia Judiciaria a desejar as Boas Festas o meio mais insuspeito.<br />
No entanto terá de haver, com certeza, algum tipo de protocolo de entendimento com as empresas criadoras de software antivírus, ou até a ilegalização desse software caso não colabore, e identifique os “<em><strong>mecanismos de monitorização</strong></em>” do Estado, por obstrução à justiça. Na prática já não poderemos confiar no Estado ou sequer que os antivírus protejam a integridade e como tal a privacidade dos nossos computadores pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-1679 alignright" title="trojan-horse6" src="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/trojan-horse6.jpg" alt="" width="225" height="207" /></p>
<p style="text-align: justify;">«E “como” é que será feita essa “<em><strong>monitorização</strong></em>”?»</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, aqui a resposta pode ser do mais intimidatório possível, porque na prática o “<em><strong>mecanismo</strong></em>” distribuído pelo “<em><strong>Cavalo de Troia</strong></em>” será um programa informático como outro qualquer e como tal capaz de usar todas as capacidades do seu computador pessoal para o espiar:</p>
<ul>
<li>Poderá registar tudo o que seja escrito no seu teclado;</li>
<li>Poderá dar acesso remoto ao seu sistema de ficheiros para que possam abrir todos os seus documentos, imagens, vídeos e ficheiros de som (mas também apagar, criar ou enviar novos ficheiros);</li>
<li>Poderá dar acesso remoto ao seu desktop para verem tudo o que você faz e vê;</li>
<li>Poderá dar acesso remoto ao microfone do seu computador, para ouvirem tudo o que você diz;</li>
<li>Poderá dar acesso remoto à câmara do seu computador, para o verem a si e a tudo o que estiver no campo de visão;</li>
<li>Poderá fazer pesquisas automáticas em todos os seus documentos por palavras chave no nome ou conteúdo e lançar alertas automáticos;</li>
<li>Poderá fazer isto tudo e muito mais que só as mentes mais perversas possam imaginar.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, uma pergunta crucial: «O que é que garante que tal sistema não será abusado?»</p>
<p><a href="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/big-brother-is-watching-you6.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1702" title="big-brother-is-watching-you6" src="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/big-brother-is-watching-you6.png" alt="" width="200" height="293" /></a>A resposta pura e dura: NADA!</p>
<p style="text-align: justify;">Seja por funcionários indiscretos que pratiquem um voyerismo doentio ou tenham vinganças pessoais que podem ser satisfeitas, por exemplo colocando ficheiros incriminatórios nos computadores dos seus alvos seguidos de denuncia.<br />
Seja por poderes políticos ocultos infiltrados na máquina do Estado que desejem denegrir os seus adversários políticos ou obter segredos dos mesmos.<br />
Seja por Crackers maliciosos, que em menos de nada vão quase de certeza quebrar o sistema e já nem vão precisar de estar a distribuir os seus próprios virús e outros malwares para poderem apropriar-se de informações de contas bancárias, instalarem proxies por onde possam cometer os seus ataques, ou terem uma legião de máquinas ao seu dispor para qualquer chantagem a terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-1681" title="big-brother-is-watching-you4" src="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/07/big-brother-is-watching-you4.jpg" alt="" width="194" height="256" /></p>
<p style="text-align: justify;">O que é certo é que o sistema vai ser abusado mais cedo ou mais tarde, e muitos acabarão por ser acusados e talvez condenados por actos que nem sequer tenham praticado.<br />
O que é certo é que a nossa Democracia e todos nós vamos sofrer com isso, de uma maneira ou de outra.<br />
O que é certo é que esta proposta é em si própria um “<em><strong>Cavalo de Tróia</strong></em>” que, sob a desculpa do combate à pirataria de conteúdos, prevê a implementação de um Estado Big Brother, fazendo dos computadores pessoais Bufos cibernéticos, como descrito pelo ex-director geral da Polícia Judiciária, e que faria corar de vergonha a PIDE e o seus sistema de vigilância por Bufos humanos.<br />
O que é certo é que, com um Presidente, uma maioria e um governo, já se cumpriu um velho sonho de Direita neste novo Estado em que o Direito dos Cidadãos é posto em causa, porque com a promessa bem real destes incansáveis Bufos pessoais deixaremos para trás a velocidade da tartaruga que imperava desde o 25 de Abril e começaremos agora a caminhar a Passos de Lebre para uma Ditadura total neste admirável mundo novo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/01/200pxpiratpartietsvg.png"><img class="size-full wp-image-1262   alignleft" title="Simbolo do PPP" src="http://www.partidopiratapt.eu/wp-content/uploads/2011/01/200pxpiratpartietsvg.png" alt="Simbolo do PPP" width="120" height="120" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nós não somos de Direita, não somos de Esquerda, não somos do Centro, somos sim do Todo que é este Portugal, assentes numa pluralidade de ideais para além das nossas bandeiras declaradas, mas somos acima de tudo Democratas e recusamos aceitar um regresso à opressão psicológica do passado, em que nada se podia dizer com medo da repressão Estatal, agravado agora pela impossibilidade de nada sequer do que se pensa poder ser guardado com segurança no que nos é pessoal e intransmissível.</p>
<p style="text-align: justify;">Não deixes que tal aconteça! Junta-te a nós! Divulga e <a href="http://www.partidopiratapt.eu/assinaturas" target="_blank">assina</a> por um futuro livre!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: center;">Constituição da República Portuguesa</h3>
<h4 style="text-align: center;" dir="ltr">Artigo 26.º<br />
Outros direitos pessoais</h4>
<ol>
<li style="text-align: justify;"><em><strong>A todos são reconhecidos os direitos</strong> à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, à cidadania, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, <strong>à reserva da intimidade da vida privada e familiar</strong> e à protecção legal contra quaisquer formas de discriminação.</em></li>
<li style="text-align: justify;"><em><strong>A lei estabelecerá garantias efectivas contra a obtenção e utilização abusivas</strong>, ou contrárias à dignidade humana, <strong>de informações relativas às pessoas e famílias</strong>.</em></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: center;"><span style="font-size: 15px; font-weight: bold;">Declaração Universal dos Direitos Humanos</span></h3>
<h4 style="text-align: center;" dir="ltr">Artigo 12.º</h4>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr"><em><strong>Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência</strong>, nem ataques à sua honra e reputação. <strong>Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei.</strong></em></p>
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		<title>ACAPOR &#8211; 24 horas de downloads ilegais</title>
		<link>http://www.partidopiratapt.eu/arquivos/609</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 17:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Anteontem, dia 20 de Janeiro de 2009, a Associação de Comércio Audiovisual de Portugal (ACAPOR), juntou-se em Lisboa, no Largo de Camões, onde montou uma barraquinha para protestar contra a &#8220;pirataria online&#8221; que afirma estar a &#8220;destruir&#8221; o negócio dos videosclubes que representa. Munidos de um portátil e uma placa de banda larga móvel para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p id="magicdomid2" style="text-align: justify;">Anteontem,  dia 20 de Janeiro de 2009, a <a href="http://www.acapor.pt/html/destaques.php?destaque_id=260" class="broken_link"><span style="text-decoration: underline;">Associação de Comércio Audiovisual de  Portugal (ACAPOR)</span></a>, juntou-se em Lisboa, no Largo de Camões, onde montou  uma barraquinha para protestar contra a &#8220;pirataria online&#8221; que afirma  estar a &#8220;destruir&#8221; o negócio dos videosclubes que representa.</p>
<p id="magicdomid4" style="text-align: justify;">Munidos de um  portátil e <a href="http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/24_horas_de_downloads_ilegais_contra_a_pirata_1041944.html" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">uma placa de banda larga móvel para uma maratona simbólica de  24 horas a &#8220;sacar filmes&#8221;, mostrando que estão a levar a  efeito uma  actividade ilegal sem que as autoridades tomem qualquer atitude</span></a>, sentido-se eticamente autorizados  para realizar tais actos considerados ilegais.</p>
<p id="magicdomid6" style="text-align: justify;">Relembramos que  os clubes de vídeo tiveram a sua maior expansão na altura em que se  faziam copias ilegais a partir de vídeo-cassetes alugadas nos mesmos.  Com o recente progresso tecnológico, deixou de fazer sentido dirigir-se  aos clubes de vídeo para esse fim, uma vez, que com meia dúzia de  cliques pode-se fazer o mesmo com qualidade similar mas a menores  custos.</p>
<p id="magicdomid8" style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="padding: 4px;" src="/wp-content/uploads/acapor_protesto.png" alt="barraquinha da ACAPOR" width="180" height="312" />Os videoclubes  estão ultrapassados, estagnados no tempo e tentam sobreviver com modelos  de negócio impróprios para esta época. Torna-se, pois, fundamental  adaptar os modelos de negócio aos tempos actuais e aproveitar o  potencial das novas tecnologias ao invés de esperar que se criem e  apliquem leis e/ou se adoptem medidas ineficazes que apenas servirão  como remendo temporário.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Consideramos  totalmente inapropriado, apontar o dedo só à &#8220;pirataria online&#8221; como o  único causador da falência dos videoclubes e lojas semelhantes, quando  existem cada vez mais serviços de &#8220;Video On Demand&#8221; disponibilizados  pelos fornecedores de televisão, que permitem visualizar um filme a  preços semelhantes ou mesmo mais baixos, com um simples clique de um  botão, sem sair do conforto da nossa casa e sem preocupações de prazos  de devoluções.<br />
 É fácil de entender a razão destas  falências, colocando-se na posição de um consumidor em que pode optar  por:</p>
</div>
<ul style="text-align: justify;">
<li>dirigir-se  à loja mais próxima =&gt; alugar o filme =&gt; voltar para casa =&gt;  visualizar =&gt; devolver no dia a seguir, dirigindo-se novamente à loja; </li>
<li>sentar-se no sofá =&gt; pegar no  telecomando =&gt; escolher o  filme =&gt; visualizar; </li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Existem  serviços de &#8220;Video On Demand&#8221; que ainda disponibilizam descodificadores  digitais com possibilidade de gravar inúmeras horas de vídeo para  visualizar mais tarde e as vezes que o consumidor o desejar.</p>
<p id="magicdomid19" style="text-align: justify;">Empresas como o  google já aprenderam há muito a adaptarem-se à realidade actual e a  tirar partido da Internet e das suas liberdades inerentes. Exemplo disto  é o Youtube, uma plataforma de partilha de vídeos disponibilizados  pelos utilizadores de forma gratuita, que se encontra em permanente  evolução: recentemente com divulgação de concertos ao vivo e <a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4217916-EI4802,00.html" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">futuramente  com serviços de aluguer de vídeo</span></a>. Mais uma prova que os modelos de  negocio dos videoclubes actuais estão estagnados no tempo, enquanto  outros aproveitam as tecnologias para seu beneficio ao invés de apontar  armas ao governo e culpar  a &#8220;pirataria online&#8221;.</p>
<p id="magicdomid21" style="text-align: justify;">Questionamos  como a ACAPOR e seus associados pensam acabar ou diminuir a tal  &#8220;pirataria online&#8221;?</p>
<div id="magicdomid23" style="text-align: justify;">
<p>Recorrendo a  novas leis que cortem o acesso à Internet e criminalizando do <em>download </em>ilegal?<br />
 Para criminalizar um individuo é  necessário provas! A não ser que se desrespeite todo um conjunto de  direitos do cidadão, entre eles o direito à presunção de inocência.</p>
</div>
<div id="magicdomid26" style="text-align: justify;">
<p>E como obter  tais provas? Para tal, é necessário proceder à escuta de tráfego dos  consumidores, tarefa deveras bastante complexa e imensurável, sendo  necessário uma enorme capacidade de computação e de recursos humanos.<br />
 Não  existindo algoritmos de filtragem ou identificação de tráfego  minimamente fiáveis. O acto de filtragem ou de identificação de  infractores torna-se bastante duvidoso e evolve um enorme investimento  de recursos. Investimento que poderia ser utilizado em outras áreas de  longe mais importantes.</p>
</div>
<div id="magicdomid29" style="text-align: justify;">
<p>Para  os leitores que julguem ser possivel fazer tal filtração ou  identificação facilmente, fornecemos a seguinte explicação: Quando se  descarrega um ficheiro da Internet ou pela rede, este não vêm inteiro  pelo cabo, sendo fragmentado em milhares ou milhões de pacotinhos de  dados para viajar pela rede. Estes pacotinhos também não chegam ao nosso  computador sequencialmente num ficheiro, sendo intercalado por outros  pacotes de rede provenientes das mais variadas aplicações no computador,  entre eles serviços do sistema operativo, clientes, mensagens  instantâneas, navegador de Internet, etc. resultando numa &#8220;salada russa&#8221;  de pacotes a sair e a entrar no nosso PC pelo cabo de rede. Agora basta  juntar centenas de utilizadores ligados ao <em>ISP </em>(acrónimo para Fornecedor Serviço de Internet)  e tentar analisar esta enorme &#8220;mistela&#8221; de dados a passar a velocidades  próximas da luz pelo servidor de Internet.</p>
</div>
<div id="magicdomid31" style="text-align: justify;">
<p>Por  consequência, qualquer filtragem realizada para impedir o <em>download </em>ilegal seria ineficaz e iria causar o bloqueio de tráfego legitimo e  legal, algo próximo da censura na Internet.</p>
</div>
<div id="magicdomid33" style="text-align: justify;">
<p><img class="alignleft" style="padding: 4px;" src="/wp-content/uploads/acapor_protesto2.png" alt="&quot;por uma internet livre&quot;" width="93" height="150" />Consideramos  uma enorme falsidade e um escândalo o facto da manifestação da ACAPOR  envergar-se aplacares e panfletos com a frase &#8220;por uma internet livre&#8221;,  quando na realidade o objectivo desse mesmo protesto é lutar contra o  &#8220;<em>download </em>ilegal&#8221; que resultará na censura e atentados contra os  direitos dos consumidores e sua privacidade. Lamentamos que se recorra a  falsos sloganes de liberdade para beneficio comum de <em>lobbies </em>e seus  monopólios.</p>
</div>
<div id="magicdomid35" style="text-align: justify;">
<p>A  ACAPOR  atira pedras a telhados de vidro. Não estando preocupados com a prática  do crime de &#8220;pirataria&#8221;, mas sim com o problema da &#8220;pirataria&#8221; já  não  os financiar economicamente. Como tal vestem a pele de cordeiro e   fazem-se de coitadinhos marcando encontros com partidos e organizando  estas infelizes manifestações.</p>
</div>
<div id="magicdomid37" style="text-align: justify;">
<p>Mas o  problema não está na ACAPOR que está a fazer, por assim dizer, o seu  trabalho (sujo), o problema está  em quem lhes dá crédito, em quem é  levado a crer que esta entidade actua de boa fé.</p>
</div>
<div id="magicdomid39" style="text-align: justify;">
<p>Obviamente,  que estas entidades são <a href="http://remixtures.com/2009/10/pirataria-da-mais-dinheiro-a-ganhar-aos-detentores-de-direitos-do-que-downloads-legais/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">um negócio montado para a falsa protecção dos  direitos de autor, cobrando toda a sorte de taxas para criar a falsa  ilusão de que o autor está protegido</span></a>. Quando perante as novas tecnologias  este modelo de protecção de autor é praticamente impossível.</p>
</div>
<div id="magicdomid41" style="text-align: justify;">
<p>Uma vez, que  não conseguem legitimar mais o seu negócio pressionam o governo e  Assembleia da República para que tome medidas abusivas, como o corte  ilegítimo e sem meios de prova da Internet.</p>
</div>
<div id="magicdomid43" style="text-align: justify;">
<p>Importa, pois,  denunciar os caminhos traiçoeiros que a ACAPOR tenta delinear aos seus  associados e alertar que a solução para este complexo problema não está  na exclusão tecnológica feita por instituições adoc, sem que se garanta  quaisquer oportunidade de defesa, negando-se os mais básicos direitos  humanos.</p>
</div>
<div id="magicdomid45" style="text-align: justify;">
<p>A solução está  sim, em se potenciar a Internet como mecanismo de aproximação dos  povos. Devendo esta funcionar como distribuidora de cultura,  informação e ideias, de forma livre e igualitária.</p>
</div>
<div id="magicdomid47" style="text-align: justify;">
<p>Convidamos  todos os nossos leitores a deixarem a  sua sincera opinião relativamente a esta manifestação da ACAPOR e os seus reais objectivos, de forma a que seja denunciado  por todos esta verdadeira falta de bom senso desta entidade.</p>
<p><strong>(Imagens obtidas via <a href="http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/24_horas_de_downloads_ilegais_contra_a_pirata_1041944.html" target="_blank">TEK-Sapo</a>)</strong></p>
</div>
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		<title>Troca de ficheiros não impede indústria discográfica de crescer</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 18:13:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrer757</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><blockquote><p>Um estudo da <a href="http://www.hbs.edu/" target="_blank"> Harvard Business School </a> mostra que a partilha de ficheiros causa menos prejuízo do que se apregoa e não desencorajou a criatividade, pelo contrário.</p>
<p>A <a href="http://www.hbs.edu/research/pdf/09-132.pdf" target="_blank"> análise</a> foi realizada por dois economistas, Oberholzer-Gee e Koleman Strumpf, e pretendeu avaliar o impacto da troca de ficheiros no mundo contemporâneo e refere que, mesmo com o <em>download</em> ilegal, a produção musical mais do que duplicou nos últimos sete anos.</p>
<p>Embora a venda de discos tenha caído desde 2000, o número de álbuns criados aumentou bastante. Se em 2000 foram lançados 35,5 mil discos, em 2007 esse número saltou para os 79,6 mil, onde se incluem 25,1 mil álbuns digitais.</p>
<p>Procurando desmistificar os prejuízos económicos causados pela da troca de ficheiros protegidos por direitos de autor, o estudo, citado pela IDG News, sugere, por exemplo, que o <em>download</em>de músicas não representa necessariamente uma venda perdida e que os remixes e os <em>mashups</em> podem incentivar à venda dos temas originais.</p>
<p>Os autores sugerem ainda que a partilha de ficheiros pode representar uma perda de receita de início, mas é compensada por outros factores. Os economistas da Harvard Business School apresentam como exemplo o aumento da procura por espectáculos ao vivo, assim como a subida do preço dos mesmos.</p>
<p>Perante os dados reunidos, Oberholzer-Gee e Koleman Strumpf concluem que o maior acesso do público às músicas e “uma protecção menos vincada dos direitos de autor, aparentemente, beneficiaram a sociedade”.</p>
<p>Tal faz com que a violação dos direitos de autor seja “ambiguamente desejável”, desde que não impeça a produção de novos trabalhos por parte dos artistas e empresas de entretenimento.</p>
</blockquote>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://tek.sapo.pt/noticias/internet/troca_de_ficheiros_nao_impede_industria_disco_999889.html" target="_blank">Tek Sapo</a></p>
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		<title>A terceira vida do Napster: streaming ilimitado e 5 MP3s por 5$ mensais</title>
		<link>http://www.partidopiratapt.eu/arquivos/90</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 22:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Precisamente um mês antes do marca que deu nome ao pioneiro programa de partilha de ficheiros criado por Shawn Fanning comemorar o seu 10º aniversário, a Napster acaba de anunciar um novo serviço de subscrição dirigido aos seus utilizadores nos Estados Unidos que irá permitir escutar via streaming e a pedido um número ilimitado das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: left;"><img class="aligncenter" style="max-width: 800px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3053/2576117442_2e98d8ce2a.jpg" alt="" />Precisamente um mês antes do marca que deu nome ao pioneiro programa de partilha de ficheiros criado por Shawn Fanning <a href="http://remixtures.com/2009/05/jornal-canadiano-the-global-and-mail-distribui-conteudos-via-mininova-e-pirate-bay/">comemorar o seu 10º aniversário</a>, a <a href="http://www.napster.com/">Napster</a> acaba de anunciar um <a href="http://www.engadget.com/2009/05/18/napster-relaunching-again-5-per-month-plus-five-to-download/">novo serviço de subscrição</a> dirigido aos seus utilizadores nos Estados Unidos que irá permitir escutar via <em>streaming</em> e a pedido um número ilimitado das cerca de sete milhões de músicas que constam do seu catálogo bem como descarregar cinco dessas faixas em formato MP3 sem DRM por apenas cinco dólares ao mês.</p>
<p>Com esta nova oferta, a Napster entra assim na sua terceira encarnação. O nome Napster começou por estar associado ao cliente centralizado de P2P que pela primeira na história permitiu que milhões de internautas espalhados pelo mundo partilhassem ficheiros MP3. É claro que isso enfureceu a indústria discográfica que optou por processar o serviço até à sua morte precoce em 2001 a negociar acordos de licenciamento com a companhia.</p>
<p><span id="more-90"></span></p>
<p>Seja como for, isso não foi suficiente para conter o movimento do P2P que acabou por crescer ainda mais com o surgimento de aplicações alternativas como KaZaA, Grokster e Morpheus. Mesmo assim, a RIAA não encontrou dificuldades em encerrar ou controlar esses programas, uma vez que se tratavam de aplicações proprietárias.</p>
<p>Com o passar do tempo, começaram a surgir programas de código-fonte aberto como o eMule e o BitTorrent que eram por isso mesmo mais difíceis de controlar uma vez que não existia uma única empresa que pudesse ser legalmente responsabilizada pelos usos dessas aplicações por parte dos utilizadores.</p>
<p>Enquanto isso e depois de ter sido adquirida pela Roxio, a marca Napster ressurge das cinzas em 2002. Mas agora em lugar de oferecer a partilha grátis e sem restrições de toda a música, o modelo da empresa passa por uma subscrição denominada<em> Napster To Go</em> que por 13 dólares mensais permite aceder a um número ilimitado de músicas protegidas por DRM.</p>
<p>Mas tal como todas as subscrições de <em>downloads</em> ilimitados que nunca conseguiram obter uma grande adesão por parte dos utilizadores norte-americanos, este tipo de oferta acaba por não ter lá <a href="http://remixtures.com/2008/08/napster-abandona-universidades/">muita</a> <a href="http://remixtures.com/2008/08/napster-continua-a-sua-descida-ao-fundo-dos-infernos/">saída</a>. Daí à inevitável <a href="http://remixtures.com/2008/09/best-buy-agarra-napster-para-aumentar-pressao-contra-o-itunes/">aquisição da Napster pela Best Buy</a> em Setembro de 2008 foi um passo. Esta cadeia de lojas de música e produtos de electrónica acabou por desembolsar 121 milhões de dólares pela empresa.</p>
<p>Esta nova subscrição para o <em>streaming</em> ilimitado por cinco euros mês visa combater directamente tanto a assinatura da <a href="http://www.spotify.com/">Spotify</a> &#8211; ainda não disponível tanto nos EUA como em Portugal &#8211; que oferece basicamente o mesmo por um preço muito mais elevado de dez euros e sem dar direito aos <em>downloads</em> como o <a href="http://remixtures.com/2008/11/subscricao-do-zune-microsoft-agora-tambem-deixa-ficar-com-10-mp3s-por-mes/">Zune Pass da Microsoft</a>, uma subscrição que por 14,99 dólares mensais permite descarregar músicas à fartazana com o inconveniente de se encontrarem todas protegidas por DRM. O único consolo é que o assinante tem direito a ficar com 10 títulos à escolha em formato MP3 ao fim do mês.</p>
<p>O grande inconveniente que eu vejo na nova proposta da Napster é que ela só permite o <em>streaming</em> das músicas a partir de um computador pessoal ou de um sistema de alta fidelidade com suporte para <em>Wifi</em> como o Sono. Quem quiser escutar música a partir de um telemóvel como o iPhone da Apple será melhor procurar noutro lado. Pelo menos é o que se depreende da entrevista de Christopher Allen da Napster à <a href="http://www.billboard.biz/bbbiz/content_display/industry/e3i505437152ed71367954d7939052c9a8f">Billboard</a>. De qualquer forma, a empresa pretende ainda continuar a comercializar a sua subscrição Napster To Go de 13 dólares bem como <a href="http://remixtures.com/2008/05/nova-loja-de-mp3-da-napster-deixa-europeus-de-fora/">MP3s individuais</a> por um preço entre 69 cêntimos e 1,29 dólares cada.</p>
<p>(<a href="http://www.flickr.com/photos/the_pageman/2576117442/">foto</a> de <a href="http://www.flickr.com/photos/the_pageman/">The Pageman</a> segundo licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/deed.en">CC-BY-SA 2.0</a>)</p>
<p>Fonte: http://remixtures.com/2009/05/a-terceira-vida-do-napster-streaming-ilimitado-e-5-mp3s-por-5-mensais/</p>
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